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Tratando o transtorno bipolar Rio Branco, Acre

Conheça o tratamento para o transtorno bipolar. O autor explica como funciona a terapia cognitivo-comportamental-TCC. "O objetivo da TCC é reduzir os estigmas associados à doença, por meio de um tratamento cooperativo entre terapeuta e paciente", destaca o autor.

Fabiana Pescador
(68) 3223-7915
av Brasil 303 - 7 s 702, Centro
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Débora Cristina dos Santos
(68) 3226-1347
r Rio de Janeiro 1124, Abrahão Alab
Rio Branco, Acre

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Débora Cristina dos Santos
(68) 3226-1347
r Rio de Janeiro 1124, Abrahão Alab
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Dados Divulgados por
DR Deusmar Singui Fl
(68) 224-5644
av Brasil, 303, sl 207 an 2, Base
Rio Branco, Acre
 
Gisela da Costa Mascarenhas
(68) 224-9389
r Grêmio Atlético Sampaio, 67, José Augusto
Rio Branco, Acre
 
Carolina Sátiro Macêdo
(68) 9207-0018
r Copacabana, 148 s 203 Cj Village, Centro
Rio Branco, Acre

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Carolina Sátiro Macêdo
(68) 9207-0018
r Copacabana, 148 s 203 Cj Village, Centro
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Fabiana Pescador
(68) 3223-7915
av Brasil 303 - 7 s 702, Centro
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DR Savio Costa Psiquiatra
(68) 223-7207
r Guiomard Santos, 310, Bosque
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Clinorl Clínica de Otorrinolaringologia
(68) 224-0828
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Tratando o transtorno bipolar

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18/06/2009

Transtorno do Humor Bipolar

Terapia cognitivo-comportamental mostra-se mais eficiente

Nos últimos tempos, é notável o o espaço público que o transtorno do humor bipolar tem ocupado nas discussões sociais, na mídia e inclusive no meio científico. De um lado, passoas portadoras desse transtorno, na busca de uma melhor forma para conviver com a doença. De outro, médicos e demais profissionais da saúde engajados em fornecer tal possibilidade.   Dessa maneira, o SIS.Saúde realizou um levantamento sobre o tema. Considerando que pacientes bipolares apresentam riscos superiores de mortes por causas súbitas, suicídio, derrame cerebral, transtornos ansiosos, de personalidade, dependência química, diabetes, entre outros (VIETA et al., 2001; KESSLER et al., 1997), a discussão desse tema é pertinente. O vídeo abaixo, exibido em documentário especial pelo Sistema Brasileiro de Televisão, traz uma breve revisão sobre a doença, com ilustrações de pacientes em processo terapêutico e profissionais, que pontuam os cuidados e riscos envolvidos.
 

  Além disso, em um estudo brasileiro (KNAPP e ISOLAN, 2005), que realizou uma revisão sistemática dos dados publicados nos meios científicos para verificar a eficácia de métodos terapêuticos nessa patologia de alta prevalência, encontramos outros subsídios que merecem discussão. Segundo a literatura especializada, o tratamento psicoterápico é fundamental para essa patologia, uma vez que menos da metade dos pacientes que utilizam algum medicamento para o quadro permanecem sem recaídas. Dentre as diversas intervenções psicoterápicas desenvolvidas, os autores identificaram estudos mais consistentes e animadores na abordagem cognitivo-comportamental (TCC’s). Além dessa, outras quatro abordagens foram identificadas nesse estudo, a saber: terapia interpessoal de ritmo social, psicoeducação, terapia familiar e conjugal, e terapia psicodinâmica (KNAPP e ISOLAN, 2005).
  A terapia cognitivo-comportamental parte do pressuposto que os seres humanos têm seu processamento de informação (maneira na qual eu percebo, sinto e reajo diante dos eventos) influenciado por uma série de variávies. Entre essas, destaca-se o papel do meio circundante, as relações sociais, a genética, entre outros, no desenvolvimento de determinadas visões de mundo (crenças, na linguagem das TCC’s), que organizam a forma que a pessoa se comporta diante de determinados eventos (também chamado de “esquemas mentais”).
  Os objetivos da TCC nessa doença visam à ades&a...

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