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Tratando a fibromialgia: dor crônica Nossa Senhora do Socorro, Sergipe

Conheça os estudos sobre o uso da coenzima Q10 no tratamento da fibromialgia. O autor comenta sobre o diagnóstico e outros aspectos da doença. "As evidências científicas encontradas nos estudos sobre a Coenzima Q10 demonstram sua eficácia na prevenção e no tratamento da síndrome de fibromialgia", destaca o autor.

Clube de Eng do Ceará
(85) 234-0420
tv Zeze Diogo, 2076, Vicente Pinzon
Fortaleza, Ceará
 
Antenor G Morais
(313) 273-1071
av Alv Cabral, 344, sl 1702
Belo Horizonte, Minas Gerais
 
Clube Brasil
(343) 661-1930
r Presidente Olegario Maciel, 187, Centro
Araxá, Minas Gerais
 
Fecunda Inst Rep Humana
(343) 236-6248
pc Libano, 245, Vila Oswaldo
Uberlândia, Minas Gerais
 
Clube Poliesportivo Munic
(373) 433-1228
av Pe J Paiva, 372, São Roque de Minas
Sao Roque de Minas, Minas Gerais
 
Heleno Miranda Araújo
(55) 412-2521
r Domingos de Almeida, 3684, sl 503, Centro
Uruguaiana, Rio Grande do Sul
 
Roberto Sonoki
(113) 721-9387
r dos Três Irmãos, 616, Sl 1, Morumbi
São Paulo, São Paulo
 
Clínica de Cirurgia Plástica Saint Gerard
(82) 338-4552
av Comendador Francisco Amorim Leão, 240, sl 21, Farol
Maceió, Alagoas
 
Soc Aliança
(51) 595-2240
r Oscar Emilio Muller, 49, Vila Nova
Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul
 
João e Gonçalves
(353) 295-1352
r Major Feliciano, 227
Machado, Minas Gerais
 

Tratando a fibromialgia: dor crônica

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29/09/2009

Síndrome da fibromialgia: dor crônica

Estudos recentes revelam benefícios da Coenzima Q10 no tratamento desta e de várias outras patologias

A síndrome da fibromialgia é caracterizada por dor crônica acompanhada por outros sintomas como fadiga, dor de cabeça, perturbações no sono e depressão. Sua patogênese ainda não é inteiramente conhecida (CORDERO et al., no prelo).

A prevalência dessa síndrome é entre 0,66 e 4,4% da população, afetando mais pessoas entre 35 e 60 anos (CAVALCANTE et al., 2006). Estudo de Helfenstein e Feldman (2002), com a população brasileira, revelou que 99,5% das pessoas com essa síndrome eram do gênero feminino e a média de dor músculo-esquelética foi de 10 anos. Também, aproximadamente 70% dessas pessoas apresentavam parestesias, dificuldades de memória, palpitações, tonturas, sensação de inchaço e dor torácica.   Devido à dificuldade do diagnóstico dessa síndrome, os critérios utilizados são baseados do Colégio Americano de Reumatologia (1990) para classificação da Fibromialgia. Esses critérios foram validados para a população brasileira no estudo de Haun et al. (1999).   Contudo, Martinez (2006) comentou que, embora esses critérios representem um grande avanço para o diagnóstico correto, ainda deixam a desejar. Com isso, vem ocorrendo uma tendência de uma abundância de diagnósticos como falsos positivos para essa síndrome.   Outro aspecto identificado por Helfenstein e Feldman (2002) foi que a falta de diagnóstico adequado, devido ao quadro clínico polimorfo, levou a parte das pessoas com essa síndrome a tratamentos pouco apropriados, piorando a severidade do quadro. Assim, o diagnóstico correto é uma questão fundamental para o tratamento dessa síndrome.   Se o diagnóstico dessa síndrome representa uma questão controversa, o mesmo pode ser referido ao tratamento. Programas de tratamento mostram efeitos em apenas parte das populações estudadas. Por exemplo, no estudo de Torres et al. (no prelo), foi administrado um programa multidisciplinar por 12 meses em 98 pessoas em licença médica do trabalho. O tratamento incluiu: educação sobre a fibromialgia, tratamento farmacológico, terapia cognitivo-comportamental (relaxamento muscular, re-estruturação cognitiva e positividade), terapia física (exercício aeróbio e alongamento, terapia fria e excitação elétrica transcultânea) e terapia ocupacional (treinamento progressivo no desempenho ergonômico e das ativida...

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