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Tratamento para Engravidar Salvador, Bahia

Esta página disponibiliza informações sobre a vergonha e a insatisfação das mulheres que não conseguem engravidar e tem que recorrer a tratamentos para tal e uma lista de empresas e profissionais especializados no assunto na cidade de Salvador. Encontre abaix

Alder Navais Vieira
(71) 3247-6289
Av Anita Garibaldi - Ed. Alexander Fleming Sala 206
Salvador, Bahia
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Maria da Graca A Azaro
(71) 2106-1000
Salvador, Bahia
Especialidade
Mastologia

Dados Divulgados por
Waldo Robatto
(71) 3353-2160
Av Acm 1034 - Ed. Pituba Parque Center S/202 Ala B
Salvador, Bahia
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Edson Odwyer Junior
(71) 3341-8034
Avenida Tancredo Neves SALA 207 - Centro Medico Iguatemi
Salvador, Bahia
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Teresa Cristina de A. Pacheco
(71) 3264-6058
Rua Greenfield 34
Salvador, Bahia
Especialidade
Mastologia

Dados Divulgados por
Daniel Lorenzo Oitaven
(71) 3353-5391
Av Acm 771 - Ed Empresarial Torre do Parque
Salvador, Bahia
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Cleofano Lima Ramos
(71) 2105-6565
Rua Altino Serberto de Barros - Ed. Linus Pauling 7 Andar
Salvador, Bahia
Especialidade
Mastologia

Dados Divulgados por
Livia Lavigne de Carvalho
(71) 3203-0400
Cirurgia Geral Coloproctologia
Salvador, Bahia
Especialidade
Mastologia

Dados Divulgados por
Delmiro Ferraz Filho
(71) 3339-5000
R Doutor Arlindo de Assis 1 - Hospital Santo Amaro
Salvador, Bahia
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Teila Freitas B Alves
(71) 3358-3647
Av Juracy Magalhães Junior 2096 - Centro Médico Aliança S/605
Salvador, Bahia
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
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A mulher moderna diante da infertilidade

Fornecido por: 

     
 
Até pouco tempo atrás, ter filhos e exercer o papel de mãe era a principal atividade e fonte de valorização de muitas mulheres, quase que "uma profissão". Porém, com o advento da Revolução Industrial elas passaram também a serem exigidas no mercado de trabalho e se deram conta de que outros papéis e lugares poderiam ocupar

Atualmente, a mulher moderna busca independência financeira, estuda e trabalha no que gosta, cuida do corpo para se sentir atraente, vive sua sexualidade de modo a buscar prazer, discute temas complexos com inteligência, dentre muitas outras coisas. Com tantos avanços na esfera feminina, a ilusão criada é a de que se pode tudo, “desde que se batalhe para isso”.

No entanto, quando escolhem o momento certo de engravidar e não conseguem, toda a certeza de “poder tudo” cai por água abaixo. É muito difícil lidar com a falta de controle e com o sentimento de impotência que essa experiência promove.

Muitas mulheres passam a se perceber como imperfeitas, incapazes e “defeituosas”, como se a única fonte de valorização estivesse agora no fato de poder ser mãe, desconsiderando, assim, todas as conquistas alcançadas até o momento. Há um estreitamento da percepção do todo, em função da frustração e da ferida narcísica que se abre com a infertilidade.

Pensar em tratamentos de reprodução assistida para contornar essa dificuldade também não é nada fácil, uma vez que o desejo é de ter filhos como todas as outras pessoas têm. Buscar tratamentos também implica em assumir para si o fato de que realmente há um problema nessa área e de que o filho talvez não venha da forma antes idealizada.

Segredos bem guardados

Grande parte das mulheres que opta por realizar tratamentos para engravidar o faz de maneira escondida, velada, quase “como se fosse uma vergonha” ter filhos através destes meios.

É fato que um tratamento de reprodução humana é algo íntimo e que não necessita de divulgação, mas o que percebemos, antes de tudo, é um certo pudor em assumir para o outro e para si essa nova maneira de conceber um filho.

Contar para a criança que ela foi gerada através de uma técnica de reprodução assistida é outro problema. Muitos pais não vêem a necessidade deste fato ser revelado ao filho, como se isso não fizesse parte da história daquela criança. Há um certo receio em revelar esse fato ao filho e este se sentir diferente dos outros, “anormal”...

Na verdade, esses receios são f...

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