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Tratamento de Osteoporose Corumbá, Mato Grosso do Sul

Encontre tratamento de osteoporose em Corumbá. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Maria Abrahao N. Ribeiro Lab. Biovida
(67) 3521-9694
Rua Joao Carrato 208
Tres Lagoas, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Stela Regina Vidigal
(67) 3421-4329
Av.Presidente Vargas 1430
Dourados, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Mais Campo Grande Ms
(67) 3322-2100
Pedro Celestino 2670
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Centro Medico Jorge Abri
(67) 3321-8921
r Antônio Maria Coelho, 2912 Vila da Saúde
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Intituto Prenção Do Envelhecimento
(67) 3423-2103
major capilé 1965, sala 03
dourados, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Depilação a Laser e Estética Facial e Corporal

Kazuko Kakitani Iguma
(67) 3422-8222
R Camilo Ermelindo da Silva 459
Dourados, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Lucia Maia Peron
(67) 3325-4041
R Rua da Paz 561 - Sala 04
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Miguel R. de Azambuja-Me Lab. Sao Lucas
(67) 3521-3076
Rua Paranaiba 1214 - B
Tres Lagoas, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Dr. Marco Aurélio Asato - Otorrino3L
(67) 3521-5799
R. Monir Thomé 712
Três Lagoas, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial

CFIPS
(67) 3321-6760
r Bahia, 812 Jardim dos Estados
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Tratamento de Osteoporose

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A baixa massa óssea (osteoporose ou osteopenia) é um grave problema de saúde pública que afeta milhões de brasileiros. Calcula-se que, após a menopausa, uma em cada três mulheres desenvolvam a doença. Entre os homens, a frequência é de quase 10% após os 65 anos de idade.

Segundo o médico endocrinologista Luiz Henrique Gregório, Diretor da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, o esqueleto é a principal fonte de cálcio do organismo. Assim, sempre que o corpo precisa, "retira" um pouco do cálcio dos ossos, e o repõe depois através da alimentação. Com a idade, este mecanismo vai se desequilibrando e, se a pessoa não tem uma boa reserva de cálcio, vai ficando com os ossos cada vez mais fracos.

Assim, osteoporose é caracterizada, basicamente, pela fragilidade dos ossos, que ficam "porosos" como uma esponja e sujeitos a um número maior de fraturas e acidentes. Na maioria das vezes, a doença se deve à falta de um hormônio feminino, o estrogênio, que ajuda a proteger os ossos e é produzido em quantidade muito menor após a menopausa.

Mas há outras causas secundárias para o problema, como a baixa produção de hormônios masculinos, a diabete, a artrite, o alcoolismo, o uso continuado de remédios feitos com cortisona e problemas na tireoide.

Se não tratada, a osteoporose progride sem sintomas por um longo tempo, até que os ossos começam a se quebrar. Num primeiro momento, surgem microfraturas (muitas vezes na região da coluna, o que causa encurvamento e diminuição da estatura). Depois, começam a acontecer as grandes fraturas, principalmente nos ossos do quadril, da coluna, das pernas e dos punhos.

Gregório observa que essas fraturas podem provocar danos físicos, sociais e emocionais incalculáveis: "Entre as pessoas mais idosas, quase 50% ficam dependentes da ajuda de outras pessoas pelo resto da vida, e cerca de 20% acabam morrendo no primeiro ano depois da frutura, pois ficam imobilizadas e, muitas vezes, confinadas por um longo tempo, além de serem submetidas a cirurgias complicadas".

Mas, ainda que o enfraquecimento dos ossos seja uma das consequências do avanço da idade, ele pode ser evitado através de métodos preventivos e de tratamentos. "Por isso, é fundamental que as pessoas se manhenham informadas e, depois dos 50 anos, façam os exames necessários de densitometria óssea para acompanhar o nível de desgaste dos ossos", conclui o médico.
 


Autor: Redação
Fonte: Terra


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