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Tratamento de Fibromialgia Aquiraz CE

Encontre tratamento de fribromialgia em Aquiraz. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Giovani Magalhaes Martins
3293-1268
Rod Doutor Mendel Steinbruch 3999
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Jorge Cambraia Filho
(085) 4011-5582
Av. Dom Luis 1200 - Torre Business (Sala 1311)
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Deborah Nunes de Melo Braga
3088-2440
R Nunes Valente 2105
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Alzira Guerra Saldanha
3264-2111
R Padre Valdevino 2160
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Marcia Valeria P Ferreira
9953-5768
Av Dom Luis 1233
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Alvaro Braga C de Oliveira
3246-1032
Av Barao de Studart 2173
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Roseane Feitosa de Oliveira
(85) 3264-7174
Av Santos Dumont 2626
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Katia N S Barros de Oliveira
3486-6161
Av Dom Luis 1233
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Dary Alves Oliveira
3272-8054
Av Rui Barbosa 3275
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Ivan Nobre Rabelo
Av Oliveira Paiva. 1976
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Tratamento de Fibromialgia

Fornecido por: 

Dói. E como dói. Ontem, hoje, amanhã. Dói sempre. Às vezes mais, às vezes menos. Mas parar de doer é raro. Dor nos ombros, nos braços, nas costas, nas pernas, na cabeça, nos pés. Quem tem fibromialgia conhece bem o corpo. Todo ele reclama. A ponto de, em momentos de crise, um toque delicado como o de uma flor incomodar. Abraços e carinhos muito desejados também machucam quando a sensibilidade ultrapassa os níveis de normalidade e bate asas, voando longe do controle. E uma situação assim demorou para ser considerada um mal físico. Era confundida com depressão e estresse. Por falta de informação — e diagnóstico —, os pacientes ainda tinham que sofrer na alma o transtorno que a dor já impingia ao corpo.

Agora esse capítulo mudou. Evidências comprovam que fibromialgia é doença física, sim. Não se trata de uma síndrome invisível. “Há trabalhos científicos mos trando que o portador apresenta alterações na anatomia cerebral”, defende o reumatologista Roberto Ezequiel Heymann, coord enador do Ambulatório de Fibromialgia do Hospital São Paulo, na capital paulista.

Um desses estudos foi apresentado no final de 2008 na França. Graças a um exame por imagem chamado Spect (sigla em inglês para tomografia computadorizada por emissão de fóton), os médicos do Centro Hospitalar Universitário de La Timone, em Marselha, constataram que no cérebro de 20 mulheres com esse tipo de hipersensibilidade havia um fluxo maior de sangue em regiões que identificam a dor. Paralelamente, notaram uma queda de circulação na área destinada a controlar os estímulos dolorosos. Nas dez voluntárias saudáveis que participaram da pesquisa, nenhuma alteração foi detectada. A investigação se soma a outros dados consagrados sobre a presença do distúrbio, como o aumento dos níveis de substância P, o neurotransmissor que dispara o alarme dolorido, e a menor disponibilidade de serotonina, molécula que avisa o sistema nervoso que a causa do tormento já passou.

No Brasil, um estudo inédito corrobora a tese de que os fibromiálgicos têm o sofrimento que alegam. O médico Marcos Brioshi, do Hospital Nove de Julho, em São Paulo, analisou 223 pacientes submetidos à termometria, um exame que transforma o calor do corpo em imagem — quanto mais vermelha, maior a circulaç&atil...

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