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Tratamento de Catarata Campo Largo, Paraná

Encontre tratamento de catarata em Campo Largo. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Renato da Silva Freitas
41 33357474
R. Solimões 1154 Merces
Curitiba, Paraná
Cintimagem Clin. de Medicina Nuclear
(41) 3259-6620
Av. Iguacu 1236
Curitiba, Paraná
Paulo Renato Calliari
(41) 3224-3346
R. Lourenço Pinto 196 - Cj 802
Curitiba, Paraná
Analisa Lab. de Anal. Clinicas
(41) 3015-1816
Rua Padre Ildefonso 58
Curitiba, Paraná
Joao Bosco da Rocha Strozzi
(41) 3212-3213
Av Pres Kennedy 4121 - Shopping Palladium
Curitiba, Paraná
Claudio Tacashi Takada
(41) 9157-2909
Av: João Gualberto 1988
Curitiba, Paraná
Iara Rute Correa Duarte
(45) 9933-0288
Rua das Palmas 188 - Jardim das Flores
Curitiba, Paraná
Affonso Coelho
(41) 3222-4896
Av Marechal Floriano Peixoto 228 - Cj 604
Curitiba, Paraná
Champagnat Clin. e Lab.
(41) 3335-5252
Rua Des. Isaias Bevilaqua 512
Curitiba, Paraná
Carlos Augusto Villegas Chirinos
41 33351216
Rua Jacarezinho 394 (Ao lado da Torre da Oi)
Curitiba, Paraná
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Tratamento de Catarata

A catarata, opacificação do cristalino, é a maior causa de cegueira curável que vem crescendo no mundo todo com o aumento da expectativa de vida da população. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que a incidência anual da doença seja de 0,3%. Baseado nisso, o último relatório do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) aponta a necessidade de realizar 552 mil cirurgias de catarata ao ano no País. A única forma de evitar a perda total da visão é através do implante de uma lente que substitui o cristalino, mas no Brasil ainda fica cego 1 em cada 4 portadores da doença por falta de informação e medo da cirurgia.

É o que mostra um estudo feito pelo oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, com 184 pacientes com idade entre 60 e 84 anos nos últimos 15 meses. Dos 25% (46 pacientes) que já chegaram cegos à avaliação médica, todos tinham mais de 75 anos. Desses, cerca de 70% (32 pacientes) não enxergavam com um dos olhos, enquanto outros 30% (14 pacientes) estavam cegos dos dois olhos. Exames clínicos realizados durante o estudo indicaram diabetes em 15% dos participantes, colesterol alto em 17% e hipertensão em 20%. Segundo Queiroz Neto, além do envelhecimento, estas doenças facilitam a progressão da catarata e por isso sinalizam necessidade de exame de vista anual a partir dos 50 anos. Outros fatores de risco destacados pelo médico são:

  • Exposição ao sol sem proteção ocular
  • Rotina estressante
  • Sedentarismo
  • Maus hábitos alimentares
  • Tabagismo
  • Ingestão diária de bebida alcoólica
  • Traumas oculares

Dos que só procuraram o especialista quando já tinham perdido a visão, 62% apontaram a crença de que a perda da visão é um processo natural do envelhecimento sem solução, como motivo para adiar a cirurgia. Outros 37% afirmaram ter medo de sentir muita dor e até perder a vida durante o procedimento.

O médico diz que não há motivos para temer a cirurgia. Hoje, observa, o procedimento é minimamente invasivo, rápido, indolor, as atividades podem ser retomadas em 24 horas e por ser feito com anestesia tópica (com colírio) o risco de à vida é inexistente. Além disso, explica, quanto mais o procedimento é adiado, maior é a rigidez do cristalino o que dificulta a extração e aumenta o risco de complicações cirúrgicas. Por isso, afirma, &eacut...

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