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Tratamento contra câncer de peritônio Florianópolis, Santa Catarina

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Léo Meyer Coutinho
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Omar Cesar Ferreira de Castro
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Florianopolis, Santa Catarina
Carlos Renato da Silva Fonseca
3248-8778
Rua Arnoldo Candido Raulino 183
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Margareth Bruggemann
3324-1100
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Irene Vieira Souza
322-4188
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Maria de Fatima Marques da Silva
3226-1212
Rod SC 405 2507
Florianopolis, Santa Catarina
Ivana Maria Porto Ribeiro
3222-3867
Rua Dom Jaime Camara 66 - 403
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Nicolau Heuko Filho
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Roberto da Costa Telles Ferreira
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R.Ernesto Stodieck 307 - -
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Marcos Krahe Edelweiss
3226-1212
Rod SC 405 2507
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Tratamento contra câncer de peritônio

A incidência de câncer de peritônio – doença que afeta a membrana que envolve os órgãos abdominais – tem crescido nos últimos anos, principalmente na população masculina com idade acima de 50 anos, segundo especialistas. Embora ainda desconhecida pela população, a doença tem sido bem mais debatida desde que a apresentadora Hebe Camargo foi diagnosticada com a condição.

O câncer de peritônio é classificado em primário e secundário. O câncer primário, ou mesotelioma, se forma na própria membrana, e o secundário, ou carcinomatose peritonial, se inicia em algum órgão da região – sobretudo intestinos, ovário, útero, estômago, pâncreas e reto – e, por metástase, invade o peritônio.

Segundo o oncologista Fernando Medina da Cunha, diretor Científico do Centro de Oncologia Campinas, cerca de 70% a 80% dos pacientes diagnosticados com câncer primário no peritônio tiveram exposição ao asbesto presente no amianto, que, na década de 70, era usado na fabricação de telhas e caixas d’água. “A exposição ao produto não leva ao câncer rapidamente, apenas décadas depois. Assim, quem se expôs ao produto entre os anos de 1950 e 1980, por exemplo, quando era liberado no país, só agora vê a manifestação da doença. Por isso, o aumento da incidência”, explica o especialista.

Os outros 20% a 30% da incidência da doença ainda têm causa desconhecida. O oncologista afirma que pode ser resultado do próprio envelhecimento humano. “Sabe-se que quanto mais uma pessoa envelhece, mas fica exposta a erros na divisão celular, que marca o início do câncer”, afirma Medina.

Os sintomas da doença, segundo o especialista, podem incluir dor abdominal, massa abdominal, aumento da circunferência abdominal, distensão do abdômen, ascite (fluído no abdômen), febre, perda de peso, fadiga, anemia e distúrbios digestivos. “O tratamento padrão associa a retirada cirúrgica do maior volume possível de tumores e sessões de quimioterapia, assim como está sendo feito com a apresentadora. Porém, por ser uma cirurgia muito extensa, nem sempre é possível fazê-la em um primeiro momento”, pondera. Excesso de líquidos na cavidade abdominal e a extens&a...

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