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Psicólogos Laranjeiras SE

Esta página disponibiliza informações sobre ausência paterna, cuidados maternos, desenvolvimento emocional, desenvolvimento infantil e uma lista de empresas e profissionais especializados no assunto na cidade de Laranjeiras. Encontre abaixo empresas e profissionais da região de Laranjeiras que oferecem diversos produtos e serviços relacionados e ainda esclareça suas dúvidas sobre abuso na infância e comportamento infantil.

Carlos Roberto Almeida Lima
(79) 3214-4836
Pc Tobias Barreto 510 s 306
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Psicologia

Dados Divulgados por
Kilza Rejane Bezerra da Silva
(79) 3217-4491
Rua Antônio José Souza 4 s 4
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Psicologia

Dados Divulgados por
Katarina Vidal Aragão
(79) 3246-0252
Av Anísio Azevedo 675 s 203
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Psicologia

Dados Divulgados por
Edelvaisse M Ferreira
(79) 3211-2335
Rua Zaqueu Brandão 73
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Psicologia

Dados Divulgados por
Ricardo A Barreto
(79) 3214-6906
Av Gonçalo Prado Rolemberg 211 s 606
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Psicologia

Dados Divulgados por
Talita Gueiros Castro
(79) 3246-1342
Av Anísio Azevedo 675
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Psicologia

Dados Divulgados por
Claire Maria Pezzi
(79) 3246-1545
Av Anísio Azevedo 675 s 710
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Psicologia

Dados Divulgados por
Maria das Graças Andrade
(79) 3211-7243
Rua Pacatuba 254 s 401
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Psicologia

Dados Divulgados por
Maria Socorro Silva Anjos
(79) 3214-3337
Av Gonçalo Prado Rolemberg 211 sl 403B
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Psicologia

Dados Divulgados por
Edelvaisse Mendonça Ferreira
(79) 3211-2335
Rua Zaqueu Brandão 73
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Psicologia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Ausência paterna: é possível crescer ou viver sem um pai?

Fornecido por: 

     
 
Podemos notar que o estímulo dos pais em relação ao filho é uma questão muito importante para o desenvolvimento tanto do ponto de vista físico quanto emocional e social

O termo “ausência paterna” pode ser usado somente para pais que se preocupam mais com o trabalho e não dedicam tempo aos filhos ou também para pais que abandonam seus filhos?

Há diferença nos termos empregados, pois ausência paterna pode significar, por exemplo, além do que foi especificado na própria pergunta, como o companheiro que não dá apoio à mulher na época da gestação e no pós-parto. Ou ainda pode ser usado para aqueles pais (pais e mães) que não acompanham de perto e/ou afetivamente o desenvolvimento do filho, portanto, vale lembrar que essa ausência pode causar sérios prejuízos em seu desenvolvimento global.

Como a ausência paterna pode influenciar a vida do filho? Que lacunas se abrem por causa dessa ausência? Tanto reações boas quanto ruins.

Nós, enquanto espécie humana, somos seres completamente dependentes dos cuidados geralmente maternos, nos primeiros anos de vida. Um renomado pediatra e psicanalista – Spitz, um dos grandes estudiosos da relação mãe-bebê –, observou diversas doenças decorrentes tanto da ausência total da mãe na vida do bebê quanto de sua ausência parcial, ou mesmo quando os cuidados eram somente “eficientes”/“básicos” (troca de fraldas, alimentação, banho...), mas não afetivos. Podemos notar que o estímulo dos pais em relação ao filho é uma questão muito importante para o desenvolvimento tanto do ponto de vista físico quanto emocional e social, nunca se esquecendo de respeitar a faixa etária e o grau de desenvolvimento emocional em que a criança se encontra para que ela possa desenvolver do melhor modo possível suas habilidades naturais. Entretanto, há casos em que chamamos de “resilientes”, ou seja, aqueles indivíduos que – apesar de terem sido muitas vezes até maltratados ou mesmo abusados na infância – conseguem se desenvolver e dar andamento adequado aos diferentes setores da vida. Nesse caso, a “ausência” significaria mais “a presença” de alguém que realmente atrapalha ou atrapalhou a saúde da criança como um todo. Mas, pelo fato de a criança ter – constitucionalmente – uma condição mental/emocional que a faz lutar pela vida, consegue seguir adiante, apesar do que sofreu na infância e/ou adolescência, e dar um bom an...

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