.
 

Previna o surgimento da enxaqueca Arapiraca, Alagoas

Compreenda a origem da enxaqueca. Entenda também, porque as mulheres sofrem mais crises. O médico Getúlio Daré Ribeiro comenta o problema.

Aldo Sergio Calaca Costa
(82) 3327-1373
R Doutor Antonio Cansancao 465
Maceio, Alagoas
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Ronald Cabral de Mendonca
(08) 2241-7533
Rua Doutor Floriano Ivo 205
Maceio, Alagoas
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Ronaldo Buarque Gusmao
823-2180
Av Fernandes Lima Km 05
Maceio, Alagoas
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Adolfo Vasconcelos de Albuquerque
(82) 3241-4250
Ulisses Braga Junior 323
Maceio, Alagoas
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Rosangela Ferreira de Macedo
(82) 2126-0704
R Dr. Afonso de Melo 68 - Edf.Harmony Center7 Andarsl 704Stella Maris
Maceio, Alagoas
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Ricardo Macedo Camelo
(82) 2121-7700
Av.Gustavo Paiva 2990
Maceio, Alagoas
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Lucia Helena Braz Reis da Silva
(82) 3338-2431
R. Manoel Gonçalves Tenorio 99
Maceio, Alagoas
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Ricardo Buarque Tenorio
(82) 3326-1945
R Pedro Monteiro 137
Maceio, Alagoas
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
João Pedro Jatoba Neto
Rua Franca Morel 126
Maceio, Alagoas
Especialidade
Neurologia

Dados Divulgados por
Rui Oliveira Costa
822-1237
R Hugo Correa Paes 253
Maceio, Alagoas
Especialidade
Neurocirurgia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Previna o surgimento da enxaqueca

Fornecido por: 



23/09/2009

Elas sofrem mais com a enxaqueca

Saiba por que as mulheres são as maiores vítimas dessa que é a mais terrível das dores de cabeça e como prevenir o aparecimento de novas crises

Para cada homem com dores atrozes na cabeça, há 2,2 mulheres afetadas pela enxaqueca, a mais terrível de todas elas. A enxaqueca é, na verdade, uma doença neurológica crônica com causas variadas e predisposição genética. "É muito comum, durante a primeira consulta com o paciente, descobrir que ele possui algum parente de 1.° grau com a mesma doença", confirma Getúlio Daré Ribeiro, coordenador do Ambulatório de Cefaleia do Hospital das Clínicas de São Paulo.

O médico ainda alerta para o fato de que, aproximadamente, 20% da população feminina sofra suas consequências. Entre os homens, a porcentagem varia entre 5% e 10%. O problema, geralmente, se inicia na infância ou na adolescência e pode acompanhar a pessoa por toda a vida. Na prática, ela se traduz por uma dor unilateral, latejante, e piora com a movimentação, o que obriga muitas vezes a pessoa a recolher-se num quarto escuro por causa da hipersensibilidade à luz e aos ruídos.

O incômodo pode durar entre quatro e 72 horas. Causa sensação de dormência em membros do corpo, náusea e perturbações visuais, como luzes piscando e visão embaçada. Enfim, um tormento, mas hoje cada vez melhor controlado, especialmente para aqueles que aceitam que não basta entupirse de medicamentos para aliviar a dor.

Dores que pioram à mesa

Os maiores vilões da enxaqueca são três: jejum prolongado, bebida alcoólica e consumo excessivo de café, segundo o especialista Mario Peres. Tomar muito refrigerante diet (com aspartame) e temperar a comida com glutamato monossódico (mais conhecido por seu nome comercial aji-no-moto) são outros hábitos proibitivos por serem conhecidos como gatilhos para as dores. Estima-se que quatro ou cinco cafezinhos contenham 200 mg de cafeína, o limite máximo permitido. O problema é o hábito disseminado nos escritórios e repartições de tomar várias xícaras ao longo do dia. A soma dessas pequenas doses gera propensão maior para dor de cabeça, irritabilidade, insônia, tremor nas mãos, ansiedade. Por isso, é importante vigiar o consumo de café.

HORMÔNIOS E ATITUDES

O primeiro estudo epidemiológico que mapeou a enxaqueca no Brasil, por amostra populacional, indicou que o Sudeste é campeão nesse quesito, com índices que chegam a 20,5% de toda a população, seguido pela região Sul, com 16,4%...

Clique aqui para ler este artigo na SIS.Saúde

.

SIS.SAÚDE - Sistema de Informação em Saúde - Brasil - Rua Cel. Corte Real, 75 - Bairro Petrópolis - 90630-080 Porto Alegre-RS
O SIS.Saúde tem o propósito de prestar informações em saúde, não é um hospital ou clínica.
Não atendemos pacientes e não fornecemos tratamentos.
Administração do site e-mail: contato@sissaude.com.br. (51) 8575.3535