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Oftalmologia Sinop, Mato Grosso

Encontre oftalmologia em Sinop. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Diogenes Garrio Carvaho
(66) 3426-5085
Papoulas 444 - Bl1 Casa 7
Rondonopolis, Mato Grosso
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Eliane Solange de Souza Pires
(65) 3617-1688
Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Centro de Hematologia e Hemoterapia de MT
(65) 3621-6667
Rua Maria do Carmo Rego,23
Cuiabá, Mato Grosso
Especialidade
hematologia e hemoterapia

Dr. Hélio Cerávolo
(66) 3421-7826
Rua Rui Barbosa, 2014
Rondonópolis, Mato Grosso
Especialidade
DERMATOLOGISTA

LUZES ESPAÇO TERAPEUTICO
(66) 9643-8121
RUA DAS ORQUIDEAS 1188
SINOP, Mato Grosso
Especialidade
TERAPIA REGRESSIVA EVOLUTIVA

Naíra Domingos Sé
(65) 3322-2504
Rua Rua dos Líriosº 525
Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Antônio M Silva
(65) 3321-4451
r Joaquim Murtinho, 940 Centro Sul
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Dr. Luiz Augusto Pereira Inez de Almeida
(65) 9938-4456
Rua Marechal Floriano Peixoto, N° 49, Centro
Cuiabá, Mato Grosso
Especialidade
Alergia e imunologia clínica, Acupuntura e Clínica Médica

Castro, Maria C D
(65) 3321-5658
r Br Melgaço, 2403
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Psicologia e Sexologia
(065)9953 0322
Av: Mato Grosso - 760 centro
São José dos Quatro Marcos, Mato Grosso
Especialidade
Psicóloga e Terapeuta Sexual

Dados Divulgados por

Oftalmologia

Fornecido por: 

No Brasil, pessoas com 60 anos ou mais respondem por até 90% do rendimento mensal de mais da metade das famílias, segundo o último levantamento do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A catarata, doença que torna o cristalino opaco em decorrência do envelhecimento compromete a produtividade de mais da metade dos trabalhadores com idade entre 53 e 78 anos, mas só 2 em cada 10 brasileiros nesta faixa etária já passaram pela cirurgia que é a única forma de eliminar o problema e evitar a perda total da visão.

O mais alarmante é que 70% apresentam um ou mais fatores de risco para a saúde ocular: histórico familiar, medicação contínua e hipertensão. Apesar do alto índice de vícios de refração, quase metade gostaria de se livrar dos óculos.   Estas são constatações de um estudo inédito feito com 223 pacientes nos últimos 18 meses pelo oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, com o objetivo de apontar orientações que reduzam a cegueira no País. O médico afirma que o maior desafio da saúde ocular na terceira idade é a falta de prevenção primária.   Isso porque, só 36% fazem exame de vista anualmente e os fatores de risco a que estão expostos podem causar complicações oculares que sem assistência médica provocam a perda da visão, alerta.   Histórico Familiar   Queiroz Neto conta que das doenças familiares mais freqüentes mencionadas pelos participantes do estudo o diabetes e o glaucoma foram citados por 16% e 7% respectivamente. Os índices são maiores que a prevalência geral na população que é de 12% e 2% porque a incidência cresce quanto maior a idade, explica. Quem tem diabéticos ou portadores de glaucoma na família, observa, deve fazer exame de vista anualmente a partir dos 40 anos, além do controle de glicemia no caso de diabetes. Isso porque, comenta, a herança genética predispõe a estas doenças e metade dos brasileiros que são acometidos tanto pelo diabetes como pelo glaucoma, desconhece o fato. A estimativa é de que o aumento do açúcar no sangue e a redução da insulina fazem com que entre 30 e 45% dos diabéticos tenham algum grau de retinopatia diabética – crescimento de vasos na retina e hemorragia – que é tratada com laser.  Já o glaucoma não apresenta sintomas e a redução do campo visual só é percebida quando mais de 40...

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