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Oftalmologia Florianópolis, Santa Catarina

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Roberto da Costa Telles Ferreira
(48) 3228-9349
R.Ernesto Stodieck 307 - -
Florianopolis, Santa Catarina
Silvia Macdonald Noronha
3223-1122
Rua Luiz Delfino 86
Florianopolis, Santa Catarina
Joao Nilson Zunino
322-4879
Rua Dom Joaquim 660
Florianopolis, Santa Catarina
Armenio Matias Correa Lima
3232-1164
Homeopatia Medicina de Família e Comunidade
Florianopolis, Santa Catarina
Maria de Fatima Marques da Silva
3226-1212
Rod SC 405 2507
Florianopolis, Santa Catarina
Hildebrando Couto Scofano
322-4880
Rua Menino Deus 63 - 507 e 508
Florianopolis, Santa Catarina
Jose Maria Soares Filho
3223-3073
Rua Alvaro de Carvalho 267 - 301
Florianopolis, Santa Catarina
Omar Cesar Ferreira de Castro
Av. Pref. Osmar Cunha 183 - Centro
Florianopolis, Santa Catarina
Margareth Bruggemann
3324-1100
Rua Angelo La Porta 64
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Fabio Figueiredo Ribeiro
322-2800
Rua Prof Herminio Jacques 166
Florianopolis, Santa Catarina
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Oftalmologia

No Brasil, pessoas com 60 anos ou mais respondem por até 90% do rendimento mensal de mais da metade das famílias, segundo o último levantamento do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A catarata, doença que torna o cristalino opaco em decorrência do envelhecimento compromete a produtividade de mais da metade dos trabalhadores com idade entre 53 e 78 anos, mas só 2 em cada 10 brasileiros nesta faixa etária já passaram pela cirurgia que é a única forma de eliminar o problema e evitar a perda total da visão.

O mais alarmante é que 70% apresentam um ou mais fatores de risco para a saúde ocular: histórico familiar, medicação contínua e hipertensão. Apesar do alto índice de vícios de refração, quase metade gostaria de se livrar dos óculos.   Estas são constatações de um estudo inédito feito com 223 pacientes nos últimos 18 meses pelo oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, com o objetivo de apontar orientações que reduzam a cegueira no País. O médico afirma que o maior desafio da saúde ocular na terceira idade é a falta de prevenção primária.   Isso porque, só 36% fazem exame de vista anualmente e os fatores de risco a que estão expostos podem causar complicações oculares que sem assistência médica provocam a perda da visão, alerta.   Histórico Familiar   Queiroz Neto conta que das doenças familiares mais freqüentes mencionadas pelos participantes do estudo o diabetes e o glaucoma foram citados por 16% e 7% respectivamente. Os índices são maiores que a prevalência geral na população que é de 12% e 2% porque a incidência cresce quanto maior a idade, explica. Quem tem diabéticos ou portadores de glaucoma na família, observa, deve fazer exame de vista anualmente a partir dos 40 anos, além do controle de glicemia no caso de diabetes. Isso porque, comenta, a herança genética predispõe a estas doenças e metade dos brasileiros que são acometidos tanto pelo diabetes como pelo glaucoma, desconhece o fato. A estimativa é de que o aumento do açúcar no sangue e a redução da insulina fazem com que entre 30 e 45% dos diabéticos tenham algum grau de retinopatia diabética – crescimento de vasos na retina e hemorragia – que é tratada com laser.  Já o glaucoma não apresenta sintomas e a redução do campo visual só é percebida quando mais de 40...

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