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Oftalmologia Araguaína, Tocantins

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V. C. B. Tavares - Me
(63) 4140-5090
av Tocantins, 1030, Qd 90 C Lt 1, St Central
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
Hospital de Referencia
(63) 3421-3909
r Treze de Maio, 2083
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
Centro Medico Popular Ltda
(63) 3415-2064
r Sadoc Correia, 561, St Central
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
Hospital de Fraturas
(63) 3421-2538
r Caracas Q 23, 500 lt 1
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
Hospital Dom Oriente
(63) 3411-8787
av Con João Lima Q XX, 1622
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
Hospital São Lucas
(63) 8111-6676
r Treze de Maio, 802
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
Clinica Medica do Transito Ltda
(63) 3413-4688
r Ademar Vicente Ferreira, 1865, St Central
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
HDT
(63) 3411-60
av José Brito Soares, 1015
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
Carina Amaral Salerno
(63) 3435-1171
r José de Brito Soares, 631, Sl 1, St Anhangüera
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
Hospital e Maternidade
(63) 3411-8787
r D Orione, 100
Araguaina, Tocantins

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Oftalmologia

Fornecido por: 

No Brasil, pessoas com 60 anos ou mais respondem por até 90% do rendimento mensal de mais da metade das famílias, segundo o último levantamento do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A catarata, doença que torna o cristalino opaco em decorrência do envelhecimento compromete a produtividade de mais da metade dos trabalhadores com idade entre 53 e 78 anos, mas só 2 em cada 10 brasileiros nesta faixa etária já passaram pela cirurgia que é a única forma de eliminar o problema e evitar a perda total da visão.

O mais alarmante é que 70% apresentam um ou mais fatores de risco para a saúde ocular: histórico familiar, medicação contínua e hipertensão. Apesar do alto índice de vícios de refração, quase metade gostaria de se livrar dos óculos.   Estas são constatações de um estudo inédito feito com 223 pacientes nos últimos 18 meses pelo oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, com o objetivo de apontar orientações que reduzam a cegueira no País. O médico afirma que o maior desafio da saúde ocular na terceira idade é a falta de prevenção primária.   Isso porque, só 36% fazem exame de vista anualmente e os fatores de risco a que estão expostos podem causar complicações oculares que sem assistência médica provocam a perda da visão, alerta.   Histórico Familiar   Queiroz Neto conta que das doenças familiares mais freqüentes mencionadas pelos participantes do estudo o diabetes e o glaucoma foram citados por 16% e 7% respectivamente. Os índices são maiores que a prevalência geral na população que é de 12% e 2% porque a incidência cresce quanto maior a idade, explica. Quem tem diabéticos ou portadores de glaucoma na família, observa, deve fazer exame de vista anualmente a partir dos 40 anos, além do controle de glicemia no caso de diabetes. Isso porque, comenta, a herança genética predispõe a estas doenças e metade dos brasileiros que são acometidos tanto pelo diabetes como pelo glaucoma, desconhece o fato. A estimativa é de que o aumento do açúcar no sangue e a redução da insulina fazem com que entre 30 e 45% dos diabéticos tenham algum grau de retinopatia diabética – crescimento de vasos na retina e hemorragia – que é tratada com laser.  Já o glaucoma não apresenta sintomas e a redução do campo visual só é percebida quando mais de 40...

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