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Nutrição Infantil Porto Alegre, Rio Grande do Sul

Esta página disponibiliza informações sobre as consequências da obesidade na gravidez, a importância de uma alimentação adequada durante esse período e uma lista de empresas e profissionais especializados no assunto na cidade de Porto Alegre. Encontre abaixo empresas e profissionais da região de Porto Alegre que oferecem diversos produtos e serviços relacionados e ainda esclareça suas dúvidas sobre os fatores de risco para o nascimento de crianças obesas ou que tendem à tornar-se.

Restaurante Cannes
(51) 3233-9642
r José Alencar, 578, Azenha
Porto Alegre, Rio Grande do Sul

Dados Divulgados por
Restaurante Fátima
(51) 3334-4002
av Protásio Alves, 5308,Petropolis
Porto Alegre, Rio Grande do Sul

Dados Divulgados por
Restaurante Polônia
(51) 3343-2547
av S Pedro, 778, Humaitá
Porto Alegre, Rio Grande do Sul

Dados Divulgados por
Restaurante Casa Rosada
(51) 3212-6319
av Independência, 438,Independencia
Porto Alegre, Rio Grande do Sul

Dados Divulgados por
Restaurante Chaleirao
(51) 3371-1749
av José Lutzemberger, 275,Anchieta
Porto Alegre, Rio Grande do Sul

Dados Divulgados por
Restaurante Caçarola
(51) 3339-4617
r Valparaíso, 502,Jardim Botanico
Porto Alegre, Rio Grande do Sul

Dados Divulgados por
Restaurante Chiwawa
(51) 3231-4979
Tv Getúlio Vargas, 1644,Arquipelago
Porto Alegre, Rio Grande do Sul

Dados Divulgados por
Plaza Restaurante Porto Alegre
(51) 3220-8000
r Sr Passos, 154,Centro
Porto Alegre, Rio Grande do Sul

Dados Divulgados por
Restaurante Copão
(51) 3224-2681
av Lima Silva, 312,Centro
Porto Alegre, Rio Grande do Sul

Dados Divulgados por
Roberto Mario Silveira Issler
(51) 3343-8286
Rua Marcelo Gama 1412 - 203
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Pediatria

Dados Divulgados por
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Bebês dão pistas sobre chances de obesidade, sugere estudo

Fornecido por: 

     
 
Médicos recomendam que mulheres acima do peso percam peso antes da gravidez, em vez de depois, para reduzir o risco de obesidade e diabetes no filho

Nos Estados Unidos, as escolas já proibiram cupcakes (bolinhos), emitiram boletins de obesidade e reservaram espaço nas cantinas para saladas. No mês passado, a campanha da primeira-dama americana Michelle Obama para acabar com a obesidade infantil prometeu colocar os jovens para se mexer e reformular o almoço das escolas. Fabricantes de bebidas afirmaram ter reduzido em quase 90% o alto número de calorias líquidas enviadas a escolas nos últimos cinco anos.

No entanto, uma nova pesquisa sugere que intervenções direcionadas a crianças em idade escolar podem ser tarde demais.

Cada vez mais evidências apontam para eventos centrais muito cedo na vida --quando a criança ainda é pequena, bebê e até mesmo antes do nascimento, no útero da mãe-- que podem colocar crianças pequenas numa trajetória em direção à obesidade e muito difícil de ser alterada quando elas chegam ao jardim de infância. A evidência não é extremamente sólida, mas sugere que esforços preventivos devem começar mais cedo.

Entre as descobertas:

- O bebê rechonchudo com carinha de anjo que está ficando fortinho pode estar ficando pesado demais, sugere a pesquisa.

- Bebês cujas mães fumaram durante a gravidez possuem risco de se tornarem obesos, mesmo que eles tenham nascido pequenininhos.

- Bebês que dormem menos de 12 horas possuem um risco maior de desenvolver obesidade mais tarde. Se eles não dormem o suficiente e também assistem à TV duas horas ou mais por dia, seu risco é ainda maior.

Algumas intervenções precoces já são amplamente praticadas. Médicos recomendam que mulheres acima do peso percam peso antes da gravidez, em vez de depois, para reduzir o risco de obesidade e diabetes no filho; a amamentação também é recomendada para diminuir o risco de obesidade.

Porém, restrições de peso ou dieta em crianças pequenas têm sido evitadas. "Antes, era um tabu classificar uma criança com menos de 5 anos como acima do peso ou obesa, mesmo que a criança o fosse --a ideia era que isso estigmatizava demais a criança", disse Elsie M. Taveras, da Harvard Medical School, principal autora de um artigo recente sobre disparidades raciais em fatores de risco precoces.

A nova evidência "questiona se nossas diretrizes nos últimos dez anos foram suficientes", disse Taveras. "Não que estivéssemos errados --obviament...

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