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Nutrição Infantil Curitiba, Paraná

Esta página disponibiliza informações sobre as consequências da obesidade na gravidez, a importância de uma alimentação adequada durante esse período e uma lista de empresas e profissionais especializados no assunto na cidade de Curitiba. Encontre abaixo empresas e profissionais da região de Curitiba que oferecem diversos produtos e serviços relacionados e ainda esclareça suas dúvidas sobre os fatores de risco para o nascimento de crianças obesas ou que tendem à tornar-se.

Helio R de Abreu e Paula M Abreu Cons Med Odo
(41) 3224-6991
R Emiliano Perneta 680 - Conj 1108
Curitiba, Paraná
Especialidade
Pediatria

Dados Divulgados por
Haroldo Hiroshi Yagueshita
(41) 3021-7654
Av. República Argentina 4910 - Térreo
Curitiba, Paraná
Especialidade
Pediatria

Dados Divulgados por
Mitsuru Miyaki
(41) 232-0072
Rua Vinte e Quatro de Maio 765
Curitiba, Paraná
Especialidade
Pediatria

Dados Divulgados por
Renato Luiz Carignano
(41) 3667-8411
Rua Bom Jesus 134
Pinhais, Paraná
Especialidade
Pediatria

Dados Divulgados por
Suely Satiye Toma Tamari
(41) 3282-0640
Rua Joao Angelo Cordeiro 500 - 3° Andar
Sao Jose Dos Pinhais, Paraná
Especialidade
Pediatria

Dados Divulgados por
ANA CHRYSTINA DE SOUZA CRIPPA
(41) 3226-2722
Rua da Paz195 cj 312
Curitiba, Paraná
Especialidade
Pediatria

Dados Divulgados por
Maria Monica Machado Ulsenheimer
(41) 3360-1824
Rua Gal. Carneiro 181
Curitiba, Paraná
Especialidade
Pediatria

Dados Divulgados por
Grau Clinicenter Pinheirinho
413-0168
R Amintas de Barros 990
Curitiba, Paraná
Especialidade
Pediatria

Dados Divulgados por
Marion Budant de Araujo
(41) 3282-0105
R Joao Angelo Cordeiro 500 - 4a Sl 14
Sao Jose Dos Pinhais, Paraná
Especialidade
Pediatria

Dados Divulgados por
Sandra Heloisa Amorim Pereira
(41) 3283-5810
Rua Joao Angelo Cordeiro 500 - 4º. Andarsl 41
Sao Jose Dos Pinhais, Paraná
Especialidade
Pediatria

Dados Divulgados por
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Bebês dão pistas sobre chances de obesidade, sugere estudo

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Médicos recomendam que mulheres acima do peso percam peso antes da gravidez, em vez de depois, para reduzir o risco de obesidade e diabetes no filho

Nos Estados Unidos, as escolas já proibiram cupcakes (bolinhos), emitiram boletins de obesidade e reservaram espaço nas cantinas para saladas. No mês passado, a campanha da primeira-dama americana Michelle Obama para acabar com a obesidade infantil prometeu colocar os jovens para se mexer e reformular o almoço das escolas. Fabricantes de bebidas afirmaram ter reduzido em quase 90% o alto número de calorias líquidas enviadas a escolas nos últimos cinco anos.

No entanto, uma nova pesquisa sugere que intervenções direcionadas a crianças em idade escolar podem ser tarde demais.

Cada vez mais evidências apontam para eventos centrais muito cedo na vida --quando a criança ainda é pequena, bebê e até mesmo antes do nascimento, no útero da mãe-- que podem colocar crianças pequenas numa trajetória em direção à obesidade e muito difícil de ser alterada quando elas chegam ao jardim de infância. A evidência não é extremamente sólida, mas sugere que esforços preventivos devem começar mais cedo.

Entre as descobertas:

- O bebê rechonchudo com carinha de anjo que está ficando fortinho pode estar ficando pesado demais, sugere a pesquisa.

- Bebês cujas mães fumaram durante a gravidez possuem risco de se tornarem obesos, mesmo que eles tenham nascido pequenininhos.

- Bebês que dormem menos de 12 horas possuem um risco maior de desenvolver obesidade mais tarde. Se eles não dormem o suficiente e também assistem à TV duas horas ou mais por dia, seu risco é ainda maior.

Algumas intervenções precoces já são amplamente praticadas. Médicos recomendam que mulheres acima do peso percam peso antes da gravidez, em vez de depois, para reduzir o risco de obesidade e diabetes no filho; a amamentação também é recomendada para diminuir o risco de obesidade.

Porém, restrições de peso ou dieta em crianças pequenas têm sido evitadas. "Antes, era um tabu classificar uma criança com menos de 5 anos como acima do peso ou obesa, mesmo que a criança o fosse --a ideia era que isso estigmatizava demais a criança", disse Elsie M. Taveras, da Harvard Medical School, principal autora de um artigo recente sobre disparidades raciais em fatores de risco precoces.

A nova evidência "questiona se nossas diretrizes nos últimos dez anos foram suficientes", disse Taveras. "Não que estivéssemos errados --obviament...

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