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Nutrição Infantil Águas Lindas de Goiás, Goiás

Esta página disponibiliza informações sobre as consequências da obesidade na gravidez, a importância de uma alimentação adequada durante esse período e uma lista de empresas e profissionais especializados no assunto na cidade de Águas Lindas de Goiás. Encontre abaixo empresas e profissionais da região de Águas Lindas de Goiás que oferecem diversos produtos e serviços relacionados e ainda esclareça suas dúvidas sobre os fatores de risco para o nascimento de crianças obesas ou que tendem à tornar-se.

Manoel Naves da Silva
Qna 29 - Casa 13
Brasilia, DF
Especialidade
Pediatria

Dados Divulgados por
Delci Rufino da Silva e Silva
C 01 - Lotes 01/12 Sala 208 Edificio Taguatinga Trade Center
Taguatinga, DF
Especialidade
Pediatria

Dados Divulgados por
Casa Verde restaurante
(62) 3092-4246
r Duzentos e Vinte e Nove A, s/n, sn Qd 56 Lot 21, St Coimbra
Goiania, Goiás

Dados Divulgados por
Raruz 21, camarão, bacalhau, carpaccio, pato, tacacá, maniçoba, massas, vinhos, chopp, cervejas esp
(62) 3092-3616
Av. Circular, 710
Goiânia, Goiás
 
Bar Morronzinho Ltda
(62) 3256-1737
r Pinheiro Chagas, 244, Cid Jardim
Goiania, Goiás

Dados Divulgados por
Jairo Kono de Oliveira
(61) 3352-1515
Qsa 02 Lote 03/04 208 - 2o. Andar
Taguatinga, DF
Especialidade
Pediatria

Dados Divulgados por
Juliana Buzinaro Ribeiro
(61) 3034-4205
Ae 8 9 e 10 - Sala 805
Taguatinga, DF
Especialidade
Pediatria

Dados Divulgados por
RARUZ 21 - Culinária Contemporânea "Camarão, bacalhau, tacacá, jambú, acaí, massas, pato, vinhos..."
(62) 3092-3616
Avenida Circular, n. 710, Setor Pedro Ludovico
Goiânia, Goiás
 
Recanto Mineiro
(62) 3548-3957
av Pref João P T Filho Q 12, s/n lt 1, Ilda
Aparecida de Goiânia, Goiás

Dados Divulgados por
Restaurante Charle Chaplin
(62) 3537-4445
r C 50 Q 24b, s/n lt 12, Jd Boa Esperança
Aparecida de Goiânia, Goiás

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Bebês dão pistas sobre chances de obesidade, sugere estudo

Fornecido por: 

     
 
Médicos recomendam que mulheres acima do peso percam peso antes da gravidez, em vez de depois, para reduzir o risco de obesidade e diabetes no filho

Nos Estados Unidos, as escolas já proibiram cupcakes (bolinhos), emitiram boletins de obesidade e reservaram espaço nas cantinas para saladas. No mês passado, a campanha da primeira-dama americana Michelle Obama para acabar com a obesidade infantil prometeu colocar os jovens para se mexer e reformular o almoço das escolas. Fabricantes de bebidas afirmaram ter reduzido em quase 90% o alto número de calorias líquidas enviadas a escolas nos últimos cinco anos.

No entanto, uma nova pesquisa sugere que intervenções direcionadas a crianças em idade escolar podem ser tarde demais.

Cada vez mais evidências apontam para eventos centrais muito cedo na vida --quando a criança ainda é pequena, bebê e até mesmo antes do nascimento, no útero da mãe-- que podem colocar crianças pequenas numa trajetória em direção à obesidade e muito difícil de ser alterada quando elas chegam ao jardim de infância. A evidência não é extremamente sólida, mas sugere que esforços preventivos devem começar mais cedo.

Entre as descobertas:

- O bebê rechonchudo com carinha de anjo que está ficando fortinho pode estar ficando pesado demais, sugere a pesquisa.

- Bebês cujas mães fumaram durante a gravidez possuem risco de se tornarem obesos, mesmo que eles tenham nascido pequenininhos.

- Bebês que dormem menos de 12 horas possuem um risco maior de desenvolver obesidade mais tarde. Se eles não dormem o suficiente e também assistem à TV duas horas ou mais por dia, seu risco é ainda maior.

Algumas intervenções precoces já são amplamente praticadas. Médicos recomendam que mulheres acima do peso percam peso antes da gravidez, em vez de depois, para reduzir o risco de obesidade e diabetes no filho; a amamentação também é recomendada para diminuir o risco de obesidade.

Porém, restrições de peso ou dieta em crianças pequenas têm sido evitadas. "Antes, era um tabu classificar uma criança com menos de 5 anos como acima do peso ou obesa, mesmo que a criança o fosse --a ideia era que isso estigmatizava demais a criança", disse Elsie M. Taveras, da Harvard Medical School, principal autora de um artigo recente sobre disparidades raciais em fatores de risco precoces.

A nova evidência "questiona se nossas diretrizes nos últimos dez anos foram suficientes", disse Taveras. "Não que estivéssemos errados --obviament...

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