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Estudo explica gene da intoxicação por álcool Aquiraz CE

Entenda a intoxicação alcoólica. "Alguns cientistas dizem crer que a maior vulnerabilidade à intoxicação etílica desencoraje portadores da mutação a beber", diz o autor. Compreenda os detalhes desse estudo.

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Estudo explica gene da intoxicação por álcool

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12/01/2010

Estudo explica gene da intoxicação por álcool

Alguns cientistas dizem crer que a maior vulnerabilidade à intoxicação etílica desencoraje portadores da mutação a beber

Uma síndrome genética que afeta 10% da população mundial --a susceptibilidade à intoxicação por álcool, que deixa as pessoas com a face vermelha-- ganhou uma esperança de cura. Um grupo de pesquisadores americanos anunciou ontem ter identificado o mecanismo por trás do problema e mostrou como uma molécula sintética pode reverter o processo.

A mutação que dá origem à síndrome é mais comum em indivíduos de origem asiática (cerca de 40% dessa população) e tem consequências que vão além de bochechas ruborizadas, explicam os autores do trabalho.

Portadores do problema têm deficiência na produção de uma enzima que ajuda a quebrar e eliminar as toxinas que o etanol gera dentro do organismo. Eles estão sob maior risco de câncer no esôfago.

Mesmo em pessoas que não consomem álcool, a anomalia que a síndrome produz as torna mais vulneráveis a mal de Alzheimer e infarto do miocárdio. Isso ocorre porque o processo metabólico que é afetado em portadores da mutação também é responsável por limpar toxinas que surgem quando há falta de oxigênio no organismo.

O novo estudo, publicado na revista "Nature Structural and Molecular Biology", descreve o que está por trás do rubor etílico que, na cultura popular, é atribuído apenas a uma fraqueza genérica para bebidas.

Túnel molecular

A enzima afetada pela mutação que o grupo descreve é a ALDH2. Seu papel no organismo é limpar o acetaldeído, uma das toxinas que se acumulam no corpo quando bebemos álcool. Nos indivíduos com a síndrome, a molécula de ALDH2 é produzida incorretamente e não dá conta do serviço.

"Por causa da mutação no gene, partes da proteína ficam soltas e maleáveis", explica Thomas Hurley, bioquímico da Universidade de Indiana que liderou o estudo, num comunicado à imprensa.

No trabalho, ele e seus colegas mostram como uma molécula sintetizada por eles, batizada de Alda-1, foi capaz de consertar a enzima disfuncional em experimentos.

A Alda-1 tinha sido descoberta por Hurley e outros cientistas em 2008, usando uma técnica de pesquisa de "força-bruta", chamada high-throughput screening, usada por grandes indústrias farmacêuticas.

Ela consiste em um sistema robótico que testa automaticamente a ação de milhões ...

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