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Estudo constata porque a luz piora a enxaqueca Rio Branco, Acre

Entenda porque as pessoas que sofrem de enxaqueca preferem evitar a luz. O autor disserta sobre a sensibilidade aos ambientes claros. Compreenda os detalhes desse estudo.

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Estudo constata porque a luz piora a enxaqueca

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12/01/2010

Estudo mostra porque a luz piora a enxaqueca

Os resultados da pesquisa foram publicados na revista Nature Neuroscience

É comum para quem sofre de enxaqueca a vontade de, ao ter um ataque, querer se refugiar em um quarto silencioso e escuro. Embora há tempos se saiba que a luz piora o quadro dessa cefaleia, os motivos por que isso ocorre são desconhecidos.

Agora, um grupo de cientistas nos Estados Unidos identificou um mecanismo que ocorre na sensibilidade à luz durante as crises de enxaqueca tanto em pessoas com visão normal como em deficientes visuais.

Os resultados da pesquisa, publicados na revista Nature Neuroscience, ajudam a compreender melhor os mecanismos por trás do problema ainda sem cura e que atinge milhões de pessoas em todo o mundo.

Fotofobia

De acordo com o estudo, cerca de 85% dos indivíduos com enxaqueca são extremamente sensíveis à luz. A fotofobia faz com que muitos evitem atividades como dirigir ou até mesmo ler e trabalhar.

"Alguns pacientes chegam até mesmo a usar óculos escuros durante à noite", disse um dos autores do estudo, Rami Burstein, professor do Beth Israel Deaconess Medical Center (BIDMC) e da Escola Médica de Harvard.

Foi a constatação de que a fotofobia atinge até mesmo as pessoas cegas - todos pacientes com enxaqueca - que levou o grupo a investigar a hipótese de que os sinais transmitidos pela retina por meio dos nervos ópticos intensificariam as dores.

Sensibilidade à luz entre deficientes visuais

Os pesquisadores examinaram dois grupos de deficientes visuais que sofriam de enxaqueca. Os voluntários no primeiro grupo eram totalmente cegos devido a doenças como câncer na retina ou glaucoma. Como eles não eram capazes de ver imagens ou de perceber luz, tinham dificuldade de manter ciclos normais de sono.

O segundo grupo era formado por deficientes visuais devido a doenças degenerativas como retinite pigmentosa. Embora não fossem capazes de perceber imagens, podiam detectar a presença de luz e manter ritmos normais de dormir e ficar acordado.

"Enquanto os pacientes no primeiro grupo não experimentaram piora em suas dores de cabeça a partir da exposição à luz, os do segundo grupo tiveram uma intensificação nas dores, particularmente na exposição à luz nos comprimentos de onda azul e cinza", disse Burstein.

"Isso indicou que o mecanismo da fotofobia deveria envolver o nervo óptico, porque em indivíduos totalmente cegos esse nervo não transporta os sinais luminosos até o cérebro", afirmou.

Caminho da visão

Os cientistas levaram os resultados ao laboratório, onde realizaram uma série de experimentos em m...

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