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Estudando a gestão de risco hospitalar Corumbá, Mato Grosso do Sul

Analise a responsabilidade corporativa dos gestores em relação à segurança do paciente. O médico Antonio Quinto Neto disserta sobre o gerenciamento de riscos hospitalares. Ele argumenta sobre a separação entre negócio e cuidados do paciente.

Organização Centauro Corretora e Administradora de Seguros Ltda
(67) 3029-9222
r Rondon,Mal, 745, Amambaí
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Threeseg Corretora de Seguros Ltda
(67) 3324-6800
r Bahia, 486, Centro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Internnet Corretora de Seguros Ltda
(67) 3383-4409
r Joaquim Murtinho, 338, Centro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Coema Corretora Seguros de Vida Ltda
(67) 3325-1440
r Treze de Maio, 2977, An 1 Sl 2, Centro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Scudler Administradora e Corretora de Seguros Ltda
(67) 3321-1387
r Quinze de Novembro, 310, An 8 Sl 804, Centro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Acácia Corretora de Seguros S/C Ltda
(67) 3324-3611
r Aquino,Dom, 1354, An 6 Sl 61, Centro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
GA Seguros
(67) 3384-1998
r Melgaço,Br, 571, An 1 Sl 5, Centro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Porto Seguro Cia de Seguros Gerais
8001-63131
r Aquino,Dom, 1641, Centro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Acácia Corretora de Seguros S/S Ltda
067-33243611
Rua Dom Aquino, 1354, 12º andar, sala 127, centro
CaMPO Grande, Mato Grosso do Sul
 
Lider-ativa Administradora e Corretora de Seguros Ltda
(67) 3351-6883
r Baitaca, 118, Cj Res O Pécora
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Estudando a gestão de risco hospitalar

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10/09/2009

A Responsabilidade Corporativa dos Gestores em Relação à Segurança do Paciente

Importante artigo do Dr. Antonio Quinto Neto

Resumo

A segurança do paciente é, na atualidade, uma questão de grande interesse para os gestores públicos e privados, para os operadores de planos de saúde, médicos, enfermeiros, demais profissionais de saúde, clientes/pacientes e público em geral. A maioria dos gestores de organizações de saúde se sente inseguro em assumir explicitamente a responsabilidade pela segurança e qualidade assistencial. Este artigo discorre sobre a atual relevância da segurança do paciente para os gestores e o papel fundamental que podem desempenhar no sentido de tornarem as instituições de saúde mais seguras e menos arriscadas.   Palavras-chave: Administração hospitalar; gerenciamento de riscos; efeitos adversos; gestão da qualidade.     Como a segurança da assistência aos pacientes nas organizações de saúde parece tão óbvia, tem-se a falsa impressão que se trata de um assunto banal. Entretanto, quando são noticiados os incidentes médico-assistenciais – cirurgia em parte errada do corpo, cirurgia em paciente errado, procedimento errado, superdosagem de medicação, queda, aquisição de uma doença infecciosa durante uma internação hospitalar (ex. hepatite, AIDS), transfusão sanguínea incompatível, etc. -, a primeira reação, como regra, é de espanto e perplexidade. Habitualmente despontam dois posicionamentos extremos: pacientes e familiares inclinados ao litígio, em contraposição aos profissionais de saúde e gestores que procuram caracterizar esses eventos como uma fatalidade inerente à prática assistencial. De fato, essa explicação dos profissionais de saúde e gestores se justificava convincentemente quando prevalecia a medicina intuitiva (1) - tratamento de enfermidades que só podem ser diagnosticadas por seus sintomas e tratadas com terapias de eficácia incerta -, onde os médicos se constituíam nos personagens exclusivos do êxito e do fracasso. No entanto, à medida que se ampliou o espaço para a prática da medicina de precisão (1) – tratamento de doenças que podem ser diagnosticadas de maneira precisa, cujas causas são conhecidas e que, por conseguinte, podem ser tratadas com terapias baseadas em regras previsivelmente eficazes -, o argumento do “risco inerente” perdeu a força da racionalidade técnica que encerrava, e se tornou um mecanismo de auto proteção dos médicos e gestores.   Nas &ua...

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