.
 

Entenda a relação da memória com o consumo de gordura Luís Correia PI

Estudiosos constataram que alimentos gordurosos estimulam a consolidação da memória. "Essa relação entre a gordura ingerida e o controle do apetite tem implicação importante no desenvolvimento de tratamentos para obesidade e outros distúrbios alimentares", destaca o autor. Confira os detalhes da pesquisa.

Lar da Criança Maria José Deus
(86) 225-1535
av Centenário, 2235, Aeroporto
Teresina, Piauí
 
Creche Risoleta Neves
(86) 220-1333
r Inacio Soares SN
Teresina, Piauí
 
Abrigo Femenino Nossa Casa
(86) 220-6500
Acre Norte SN Cj SACI
Teresina, Piauí
 
Vila Anciao
(86) 235-1606
rdv PI 122 SN
Teresina, Piauí
 
Cia Forma Academia
(86) 233-8984
av CEL Costa Araújo, 3031, qd a
Teresina, Piauí
 

Entenda a relação da memória com o consumo de gordura

Fornecido por: 



29/04/2009

Memória saborosa

Cientistas descobrem que alimentos gordurosos estimulam a consolidação da memória. Estudo pode ajudar no desenvolvimento de tratamentos contra a obesidade

Aquela sobremesa deliciosa do jantar de ontem à noite continua provocando forte lembrança? Um prato especialmente saboroso, apesar de ter sido consumido há alguns dias, ainda provoca água na boca?

Não há motivo de culpa. Tais eventos não são exemplos de gulodice, mas da formação natural da memória, segundo um estudo que será publicado esta semana no site e em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences.

O estudo, feito por cientistas dos Estados Unidos e da Itália, indica que a ingestão de alimentos ricos em gordura estimula a formação de memórias de longo prazo, aquela que não desaparece rapidamente.

O estudo se soma a trabalho recente do mesmo grupo que havia apontado a relação entre gordura ingerida e controle do apetite e tem implicação importante no desenvolvimento de tratamentos para obesidade e outros distúrbios alimentares.

Os pesquisadores haviam identificado que os ácidos oleicos, obtidos a partir da hidrólise da gordura animal e de certos óleos vegetais, são transformados no intestino delgado em uma molécula chamada de oleoletanolamina (OEA).

A OEA envia mensagens de saciedade ao cérebro e, em níveis elevados, pode reduzir o apetite e promover a perda de peso e a diminuição de níveis de triglicérides e de colesterol.

Liderados por Daniele Piomelli, do Instituto Italiano de Tecnologia e da Universidade da Califórnia em Irvine (UCI), e por James McGaugh, da UCI, um dos principais especialistas em memória no mundo, os cientistas descobriram que o OEA também causa a consolidação da memória, processo por meio do qual memórias superficiais, de curto prazo, são transformadas em memórias de logo prazo, que podem ser “armazenadas”.

A consolidação é feita por meio da ativação de sinais de estímulo na amígdala, a parte do cérebro envolvida na consolidação de memórias e eventos emocionais.

Em testes com roedores, os pesquisadores observaram que a administração de oleoletanolamina levou à melhoria na retenção da memória. Quando receptores celulares ativados pelo OEA foram bloqueados, os efeitos da retenção da memória diminuíram.

“O composto oleoletanolamina é parte da ‘cola molecular’ que faz com que as memórias grudem. Por ajudar a lembrar onde e quando foi feita uma refeição ...

Clique aqui para ler este artigo na SIS.Saúde

.

SIS.SAÚDE - Sistema de Informação em Saúde - Brasil - Rua Cel. Corte Real, 75 - Bairro Petrópolis - 90630-080 Porto Alegre-RS
O SIS.Saúde tem o propósito de prestar informações em saúde, não é um hospital ou clínica.
Não atendemos pacientes e não fornecemos tratamentos.
Administração do site e-mail: contato@sissaude.com.br. (51) 8575.3535