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Consultório de Oftalmologia Rondonópolis, Mato Grosso

Encontre consultório de oftalmologia em Rondonópolis. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Diogenes Garrio Carvaho
(66) 3426-5085
Papoulas 444 - Bl1 Casa 7
Rondonopolis, Mato Grosso
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Naíra Domingos Sé
(65) 3322-2504
Rua Rua dos Líriosº 525
Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Antônio M Silva
(65) 3321-4451
r Joaquim Murtinho, 940 Centro Sul
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Audimet Auditoria em Saúde e Medicina do Trabalho
(65) 3321-8725
r Des José Mesquita, 303 Araés
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Cardioclin
(65) 3027-3040
r Joaquim Murtinho, 551
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Diogenes Garrio Carvaho
(66) 3426-5085
Papoulas 444 - Bl1 Casa 7
Rondonopolis, Mato Grosso
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Eliane Solange de Souza Pires
(65) 3617-1688
Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Center Clin
(65) 3321-5658
r Br de Melgaço, 2403
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Dr. Luiz Augusto Pereira Inez de Almeida
(65) 9938-4456
Rua Marechal Floriano Peixoto, N° 49, Centro
Cuiabá, Mato Grosso
Especialidade
Alergia e imunologia clínica, Acupuntura e Clínica Médica

Centro de Hematologia e Hemoterapia de MT
(65) 3621-6667
Rua Maria do Carmo Rego,23
Cuiabá, Mato Grosso
Especialidade
hematologia e hemoterapia

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Consultório de Oftalmologia

Fornecido por: 

Novo dispositivo evita contaminação, desperdício e absorção de colírio pelo organismo que comprometem 67% dos tratamentos, conforme pesquisa

Usar colírio não é tarefa fácil. A prova disso é uma pesquisa realizada com 2,7 mil pacientes durante três anos pelo oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto. O estudo mostra que o mau uso de colírios comprometeu o tratamento de 67% dos pacientes, ou seja, 1809 pessoas. Neste grupo, os principais erros na instilação foram:

· Desperdício por 58% dos pacientes que fizeram a aplicação de mais de uma gota ou fora do olho.

· Contaminação por 72% dos pacientes, decorrente do contato do bico dosador com o dedo ou superfície ocular.

· Absorção da medicação pelo organismo de 1483 pacientes, ou seja, 82% que não fizeram a oclusão do canto interno do olho, permitindo a penetração na corrente sanguínea.

Por conta dos resultados desta pesquisa, acaba de ser criado o Dapcol, dispositivo que tem como proposta facilitar o uso de colírio.

De acordo com Queiroz Neto trabalhos de metanálise evidenciam que a simplificação do tratamento de glaucoma pode aumentar a adesão dos pacientes. Ele explica que o glaucoma é uma doença crônica que pode ser tratada, mas não curada, e atinge 900 mil brasileiros. É provocada por outras doenças que dificultam o escoamento do humor aquoso. Isso faz a pressão intra-ocular aumentar, levando à compressão do nervo óptico que pode causar a morte de suas células e provocar cegueira definitiva quando os colírios não são usados continuamente.

GLAUCOMA: MAIS DA METADE INTERROMPE O TRATAMENTO

O especialista diz que a baixa adesão ao tratamento ainda é a maior causa de cegueira ocasionada pela doença. Só 33% fazem o tratamento correto e mais de 50% dos pacientes com diagnóstico inicial de glaucoma não usam o segundo frasco de colírio, apesar do Ministério da Saúde já ter incluído vários medicamentos antiglaucomatosos na lista que é distribuída gratuitamente à população. Isso acontece, observa, porque é uma doença de idosos que em muitos casos têm as mãos trêmulas e não podem contar com familiares para ajudar na instilação. Significa que é necessário oferecer autonomia ao doente para aumentar a aderência ao tratamento. Por isso, a expectativa do médico é que o novo dispositivo aumente a fidelização e preserve a visão dos portadores.. Queiroz Neto ress...

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