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Consultório de Mastologia Rio Branco, Acre

Encontre consultório de mastologia em Rio Branco. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Gilcilene de Souza Almada Pereira de Araujo
R Rua Dom Bosco 573
Rio Branco, Acre
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Consultório Médico
(68) 3222-7170
r Epaminondas Jacome, 178 Cadeia Velha
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Centro Acreano de Pesquisa e Assistência Integrada
(68) 3223-5588
r Goldwasser Santos, 31 Bosque
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Clínica Centrocor
(68) 3223-5193
r Alvorada, 54 Bosque
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Clinicas Reuniodas
(68) 3223-6008
r José Melo, 107 Q.107 sL.80 Bosque
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Antonio Lisboa Carneiro Braga
(68) 3223-9023
Rua Alvorada 178 - Centro Médico/Sala 08
Rio Branco, Acre
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Clínica Santa Lúcia
(68) 3224-8057
av Getúlio Vargas, 1919 s 2 Bosque
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Med Medicina Diagnóstico
(68) 3223-3705
av Getúlio Vargas, 1940 Bosque
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Clini Parque
(68) 3224-1077
Tv Campo do Rio Branco, 313 Capoeira
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Clinisaúde
(68) 3223-4054
r Mal Deodoro,690 Capoeira
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
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Consultório de Mastologia

Fornecido por: 

O câncer de mama é uma das doenças que mais recebem atenção da área médica, no Brasil, mas, mesmo assim, ele ainda está entre os maiores medos das mulheres.

Segundo o oncologista clínico Marcelo Oliveira, do Núcleo de Estudos Oncológicos (Neo Saúde), o medo da mutilação é o principal vilão da doença. “A ideia da mutilação, para as mulheres, envolve muitos fatores, que vão do relacionamento com os filhos, marido, até o impacto econômico que a doença desencadeia”, diz.

O médico explica que apenas 10% dos cânceres de mama têm origem genética, os outros 90% são casos esporádicos, que estão ligados a fatores de risco, como o consumo de alimentos com alto risco de serem carcinógenos, exposição à radiação, menarca precoce, nuliparidade (não ter filhos), entre outros. Oliveira ainda diz que, no caso da nuliparidade é um dos riscos, pois a mama só se desenvolve completamente depois da primeira gestação. “Além desses, a idade continua sendo um dos principais fatores de risco”, comenta.

As taxas de incidência aumentam rapidamente até os 50 anos e, posteriormente, se dá de forma mais lenta. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais frequente no mundo e o mais comum entre as mulheres. Por ano, são registrados cerca de 22% de novos casos. A estimativa para 2008, no Brasil, era de que 49.400 mil casos novos fossem detectados, no Paraná, 3010 casos.

O diagnóstico precoce ainda é o melhor passo para o tratamento e a cura. “Fazer a mamografia a partir dos 30 anos, para quem não tem histórico de câncer é fundamental, pois em 25% dos casos esse exame consegue detectar o câncer. Já, em casos de dúvidas, há outros exames, como a ecografia, a utltrassonografia e, em último caso, a ressonância que pode esclarecer dúvidas em relação aos resultados dos outros exames”, diz.

A tecnologia existente pode ajudar muitas mulheres na detecção precoce. “É importante sempre fazer os exames, pois se a mulher consegue sentir o câncer com o auto-exame é porque a doença já está em estágio mais avançado”, explica o oncologista. “Incorporar a mamografia como um exame de rotina pode salvar vidas”, diz.

Algumas mulheres encararam a doença de frente, superaram os medos e lutaram bravamente para vence...

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