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Consultório de Mastologia Boa Vista, Roraima

Encontre consultório de mastologia em Boa Vista. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Paulo Emilio Mello Oliveira
(95) 224-3271
av Getulio Vargas, 923, e, Centro
Boa Vista, Roraima
 
DR Aurino José da Silva
(95) 224-4748
av Bejamin Constant, 636, Centro
Boa Vista, Roraima
 
Rocha DR
(95) 624-1129
av Ville Roy, 122, e, Centro
Boa Vista, Roraima
 
Iate Clube Boa Vista
(95) 623-4309
r Deuzita Mutran Paracat, 100
Boa Vista, Roraima
 
Dra Zara Fátima Botelho de Oliveira
(95) 224-7999
r Araújo Fl, 659, Centro
Boa Vista, Roraima
 
Clube Oficiais PM
(95) 623-2364
av Capitão ENE Garcez, Centro
Boa Vista, Roraima
 
Clube Oficiais 6 Bec
(95) 623-8996
av Cap e Arcez SN
Boa Vista, Roraima
 
Fernando José Martins Ferreira
(95) 224-1433
r Barreto Leite, 46, Centro
Boa Vista, Roraima
 
Centro Psicoterapico Lotti Iris
(95) 224-0104
r Barreto Leite, 46, Centro
Boa Vista, Roraima
 
Luiz Renerys Lima Pinheiro
(95) 224-8437
tv Expedicionarios, 79, Centro
Boa Vista, Roraima
 

Consultório de Mastologia

Fornecido por: 

O câncer de mama é uma das doenças que mais recebem atenção da área médica, no Brasil, mas, mesmo assim, ele ainda está entre os maiores medos das mulheres.

Segundo o oncologista clínico Marcelo Oliveira, do Núcleo de Estudos Oncológicos (Neo Saúde), o medo da mutilação é o principal vilão da doença. “A ideia da mutilação, para as mulheres, envolve muitos fatores, que vão do relacionamento com os filhos, marido, até o impacto econômico que a doença desencadeia”, diz.

O médico explica que apenas 10% dos cânceres de mama têm origem genética, os outros 90% são casos esporádicos, que estão ligados a fatores de risco, como o consumo de alimentos com alto risco de serem carcinógenos, exposição à radiação, menarca precoce, nuliparidade (não ter filhos), entre outros. Oliveira ainda diz que, no caso da nuliparidade é um dos riscos, pois a mama só se desenvolve completamente depois da primeira gestação. “Além desses, a idade continua sendo um dos principais fatores de risco”, comenta.

As taxas de incidência aumentam rapidamente até os 50 anos e, posteriormente, se dá de forma mais lenta. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais frequente no mundo e o mais comum entre as mulheres. Por ano, são registrados cerca de 22% de novos casos. A estimativa para 2008, no Brasil, era de que 49.400 mil casos novos fossem detectados, no Paraná, 3010 casos.

O diagnóstico precoce ainda é o melhor passo para o tratamento e a cura. “Fazer a mamografia a partir dos 30 anos, para quem não tem histórico de câncer é fundamental, pois em 25% dos casos esse exame consegue detectar o câncer. Já, em casos de dúvidas, há outros exames, como a ecografia, a utltrassonografia e, em último caso, a ressonância que pode esclarecer dúvidas em relação aos resultados dos outros exames”, diz.

A tecnologia existente pode ajudar muitas mulheres na detecção precoce. “É importante sempre fazer os exames, pois se a mulher consegue sentir o câncer com o auto-exame é porque a doença já está em estágio mais avançado”, explica o oncologista. “Incorporar a mamografia como um exame de rotina pode salvar vidas”, diz.

Algumas mulheres encararam a doença de frente, superaram os medos e lutaram bravamente para vence...

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