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Consultório Neurológico Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Mais Campo Grande Ms
(67) 3322-2100
Pedro Celestino 2670
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Ana Paula Lanza Paes-Pediatra Neonatologista
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Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Centro Clínico Saúde Integrada
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Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Clínica Alvorecer
(67) 3326-1461
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Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Centro Medico Jorge Abri
(67) 3321-8921
r Antônio Maria Coelho, 2912 Vila da Saúde
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Lucia Maia Peron
(67) 3325-4041
R Rua da Paz 561 - Sala 04
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Clínica Bittencourt
(67) 3324-2211
r 7 de Setembro, 2500 Vila XV de Novembro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Castoc Clínica Polícia Civil
(67) 3384-5427
r Antônio Maria Coelho, 295
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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CFIPS
(67) 3321-6760
r Bahia, 812 Jardim dos Estados
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Centro Urologico Urovida
(67) 8126-8565
r Abrão Júliorahe, 1440 Centro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Consultório Neurológico

Fornecido por: 

Algumas pessoas com o mal de Parkinson desenvolvem sérios sintomas de abstinência quando tentam reduzir um tipo muito usado de medicamento para Parkinson, relatam pesquisadores.

Os medicamentos, conhecidos como agonistas de dopamina, incluem o pramipexole, vendido como Mirapex, e o ropinirole, vendido como Requip. Eles ajudam a controlar os problemas de movimento causados pelo Parkinson, mas podem provocar outros problemas em alguns pacientes - como problemas de controle de impulso, em que as pessoas comem, apostam ou compram de forma compulsiva.

Alguns pacientes, que tentaram parar de tomar os medicamentos por causa das compulsões, desenvolveram rapidamente outro problema: sintomas de abstinência, como ansiedade, ataques de pânico, náuseas, sudorese, dores, fadiga, tonturas e desejo pelo remédio.

Os problemas são descritos num artigo publicado no jornal "Archives of Neurology" por pesquisadores do hospital NewYork-Presbyterian/Weill Cornell. Eles estudaram 93 pacientes; 40 haviam tomado agonistas de dopamina, e 26 haviam parado com eles, principalmente graças a comportamentos compulsivos. Desses 26, cinco enfrentaram uma forte síndrome de abstinência.

Dois se recuperaram totalmente, mas três não conseguiram parar com o remédio. Os pesquisadores aconselham que as pessoas que tentam parar com esses medicamentos sejam cuidadosamente monitoradas.


Autor: do New York Times
Fonte: Folha Online


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