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Clínica de Ortopedia Pediátrica Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Mais Campo Grande Ms
(67) 3322-2100
Pedro Celestino 2670
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Angiomed Serviços Médicos e Laboratoriais Ltda
(79) 3211-3134
r João Calanzas,Ver, 93, Centro
Aracaju, Sergipe

Dados Divulgados por
Ana Paula Lanza Paes-Pediatra Neonatologista
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Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Clínica Alvorecer
(67) 3326-1461
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Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
CFIPS
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Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Lucia Maia Peron
(67) 3325-4041
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Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Castoc Clínica Polícia Civil
(67) 3384-5427
r Antônio Maria Coelho, 295
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Centro Clínico Saúde Integrada
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r 26 Agosto, 2070 Amambaí
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Centro Médico
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r 15 de Novembro, 1017 Centro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Centro Medico Jorge Abri
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r Antônio Maria Coelho, 2912 Vila da Saúde
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Clínica de Ortopedia Pediátrica

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Doença conhecida por atacar mulheres pós-menopausa e idosos, a osteoporose pode também aparecer em crianças e jovens, apesar de ser mais rara nesses grupos.

Na verdade, ela atinge 25% das crianças com doenças crônicas, principalmente as que interferem na ingestão e na absorção de nutrientes - especialmente cálcio e vitamina D, o que leva à perda de massa óssea e ao aumento da fragilidade dos ossos. Entre os problemas que podem levar a isso incluem-se doenças intestinais, reumáticas e renais crônicas, além de fibrose cística e de anorexia.

"É uma doença bem silenciosa, não tem um sintoma característico, por isso, só aparece em fase avançada, quando começam as fraturas", diz o Henrique Mota Neto, presidente do Comitê de Osteoporose e Doenças Osteometabólicas da Sbot (Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia), ressaltando a importância da consulta médica e da realização de exames sempre que houver indícios da doença.

Segundo Maria Teresa Ramos Ascensão Terreri, reumatologista pediatra do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, um tratamento preventivo pode melhorar a qualidade de vida dos pequenos pacientes, o que só é possível se a doença for identificada em crianças com doenças crônicas.

Além disso, a doença também pode afetar jovens que consomem baixa quantidade de cálcio na alimentação e que têm fraturas de repetição e histórico familiar de osteoporose. De acordo com Mota Neto, a quantidade de cálcio recomendada para crianças varia de 800 mg a 1.000 mg. "E o consumo precisa ser diário, mas, no caso de crianças, normalmente não é necessário haver suplementação."

No caso de adolescentes até os 18 anos, o consumo recomendado é de 1.300 miligramas por dia - mesma quantidade aconselhada para mulheres grávidas e em fase de amamentação. Mota Neto lembra, entretanto, "que a ingestão de cálcio por via alimentar nunca é demais".

Além do consumo de leite e de vitamina D, os especialistas também recomendam a exposição ao sol e a prática de exercícios como medidas de prevenção ao problema.

Diagnóstico - O diagnóstico da osteoporose pode ser feito pelo exame de densitometria óssea, mas o exame clínico também é necessário para avaliar se a perda óssea, no caso daquele...

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