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Clínica de Disfunções Sexuais Rio Branco, Acre

Encontre clínica de disfunções sexuais em Rio Branco. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Gilcilene de Souza Almada Pereira de Araujo
R Rua Dom Bosco 573
Rio Branco, Acre
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Clini Parque
(68) 3224-1077
Tv Campo do Rio Branco, 313 Capoeira
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Clinicas Reuniodas
(68) 3223-6008
r José Melo, 107 Q.107 sL.80 Bosque
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Clinisaúde
(68) 3223-4054
r Mal Deodoro,690 Capoeira
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Med Medicina Diagnóstico
(68) 3223-3705
av Getúlio Vargas, 1940 Bosque
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Antonio Lisboa Carneiro Braga
(68) 3223-9023
Rua Alvorada 178 - Centro Médico/Sala 08
Rio Branco, Acre
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Centro Acreano de Pesquisa e Assistência Integrada
(68) 3223-5588
r Goldwasser Santos, 31 Bosque
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Clínica Centrocor
(68) 3223-5193
r Alvorada, 54 Bosque
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Clínica Santa Lúcia
(68) 3224-8057
av Getúlio Vargas, 1919 s 2 Bosque
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Consultório Médico
(68) 3222-7170
r Epaminondas Jacome, 178 Cadeia Velha
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica de Disfunções Sexuais

Fornecido por: 

Todos temos a idéia de que praticar sexo é uma atividade desejada por todos os homens. E que, à primeira dificuldade com o seu funcionamento sexual, fará com que o homem corra em busca de ajuda.

Se analisarmos os trabalhos que falam sobre a prevalência de disfunção erétil, por exemplo, aprenderemos que ao redor de 50% dos indivíduos com mais de 50 anos apresentam algum grau de dificuldade para ter uma ereção satisfatória. Isto nos leva a imaginar que os consultórios e clínicas médicas exibam filas de pacientes em busca de ajuda em suas portas.

Mas não é isto que vemos. Existem dados que apontam que menos de 15% dos homens com disfunção sexual buscam ajuda médica. E muitos, quando vão ao médico, não se queixam dos problemas sexuais.

É interessante perceber que, mesmo nos grupos de risco, como por exemplo, os diabéticos que costumam ir ao médico constantemente e nos quais a chance de desenvolver impotência sexual é grande, não ocorre esta queixa.

Qual a razão desta discrepância tão grande?

Um grande número de homens tem vergonha de se queixar de problemas sexuais, outros acham que o médico não vai compreendê-lo ou até que podem embaraçar o profissional. Para alguns, “este é um fato normal da vida” ou até acham que a disfunção sexual (DS) não é um grande problema na sua vida. Não se pode esquecer que boa parte destes pacientes tem mais de 50 anos e nunca teve muita informação sobre sexo e acha que a impotência sexual é “normal” no final da vida e que as pessoas, incluindo os médicos, não vão compreender um “idoso” querendo ter relações sexuais.

Porém, a grande maioria dos pacientes com DS gostaria que o médico abordasse as questões sexuais e, nesta situação, poderia “se abrir” e resolver suas queixas.

Entretanto, também o médico não questiona o paciente sobre sua função sexual. Na Inglaterra, apenas 12% dos homens e 6% das mulheres com disfunções sexuais e que queriam ser tratados receberam algum tipo de atendimento médico. É muito frequente o paciente diabético ser questionado sobre como está o seu pé, mas raramente é perguntado sobre seu pênis, embora o diabete melito seja um fator de risco importante para a DE.

Para muitos médicos, as DS não sendo uma doença com risco de vida não são uma questão importante. É muito mais ...

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