Clínica de Disfunções Sexuais Campo Largo, Paraná
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Clínica de Disfunções Sexuais
Se analisarmos os trabalhos que falam sobre a prevalência de disfunção erétil, por exemplo, aprenderemos que ao redor de 50% dos indivíduos com mais de 50 anos apresentam algum grau de dificuldade para ter uma ereção satisfatória. Isto nos leva a imaginar que os consultórios e clínicas médicas exibam filas de pacientes em busca de ajuda em suas portas.
Mas não é isto que vemos. Existem dados que apontam que menos de 15% dos homens com disfunção sexual buscam ajuda médica. E muitos, quando vão ao médico, não se queixam dos problemas sexuais.
É interessante perceber que, mesmo nos grupos de risco, como por exemplo, os diabéticos que costumam ir ao médico constantemente e nos quais a chance de desenvolver impotência sexual é grande, não ocorre esta queixa.
Qual a razão desta discrepância tão grande?
Um grande número de homens tem vergonha de se queixar de problemas sexuais, outros acham que o médico não vai compreendê-lo ou até que podem embaraçar o profissional. Para alguns, “este é um fato normal da vida” ou até acham que a disfunção sexual (DS) não é um grande problema na sua vida. Não se pode esquecer que boa parte destes pacientes tem mais de 50 anos e nunca teve muita informação sobre sexo e acha que a impotência sexual é “normal” no final da vida e que as pessoas, incluindo os médicos, não vão compreender um “idoso” querendo ter relações sexuais.
Porém, a grande maioria dos pacientes com DS gostaria que o médico abordasse as questões sexuais e, nesta situação, poderia “se abrir” e resolver suas queixas.
Entretanto, também o médico não questiona o paciente sobre sua função sexual. Na Inglaterra, apenas 12% dos homens e 6% das mulheres com disfunções sexuais e que queriam ser tratados receberam algum tipo de atendimento médico. É muito frequente o paciente diabético ser questionado sobre como está o seu pé, mas raramente é perguntado sobre seu pênis, embora o diabete melito seja um fator de risco importante para a DE.
Para muitos médicos, as DS não sendo uma doença com risco de vida não são uma questão importante. É muito mais ...

