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Clínica Odontológica Luís Correia PI

Encontre clínica odontológica em Luís Correia. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Deraldo M Carreiro
(71) 3345-0724
Rua Bahia 206 s 109
Parnaiba, Piauí
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Viviane N Correia
(73) 3291-7410
Rua Massanore Nagão 150
Parnaiba, Piauí
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Giovana Balarine
(27) 3721-5878
Pc Ademar Távora 5
Parnaiba, Piauí
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Moacir Gobor Jr
(42) 3522-5737
Rua Prof Amazilia 978
Parnaiba, Piauí
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Edilson José Siqueira
Rua Br Rio Branco 63 cj 1405
Parnaiba, Piauí
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Fernando Monteiro Filho
(21) 2289-9771
Rua Dias Cruz 188 s 202
Parnaiba, Piauí
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Malvina Kayat Bittencourt
(21) 2236-6875
Av NS de Copacabana 500 s 904
Parnaiba, Piauí
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Dr Clínico Geral José Roberto Silva
(65) 3682-5715
Av Couto Magalhães 2277 S 104 Centro Norte
Parnaiba, Piauí
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Renato A A Souza
(21) 2715-4520
Rua Otávio Carneiro 100 ap 1303
Parnaiba, Piauí
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Tatiane Cristina Militão
(51) 3741-1756
Rua Osvaldo Aranha 1367 s 302
Parnaiba, Piauí
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica Odontológica

Fornecido por: 

A Dor Orofacial Crônica é um dos temas mais debatidos pela ciência na atualidade. A Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que a incidência de dor crônica no mundo afete cerca de 30% da população, a maioria mulheres. No Brasil, estima-se que 50 milhões de pessoas sintam este tipo de dor. Em algum momento na vida, 15 a 25% das pessoas sofrerão de dor crônica e, em indivíduos acima de 65 anos, este percentual aumenta para 50%. Segundo a Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor, o sexo feminino sente mais dor e tem maior risco de experimentar inúmeras condições dolorosas. Assim, são mais comuns em mulheres dores no pescoço e ombros, no abdômen, cefaléias tipo tensão, enxaqueca após a puberdade, distúrbios da Articulação Temporomandibular (ATM) entre outras.

Uma das grandes novidades de estudos atuais é a sinalização, pela primeira vez, que a testosterona protege o sexo masculino em relação à manifestação da dor da ATM. Visto que já se tinha o conhecimento de que no sexo masculino o risco de manifestação desse tipo de dor é menor. O trabalho foi publicado na revista internacional The Journal of Pain. Onde também é observada uma diferença nos mecanismos biológicos da dor da ATM com relação às outras partes do corpo. Isso tem uma influência direta no tipo de medicamento usado para o controle da dor na ATM e no controle de outras dores do corpo.

“Num espectro mais amplo a dor afeta aspectos importantes do cotidiano dos que dela sofrem. Limitações de atividades, problemas do sono e dificuldades de relacionamento social e familiar são bons exemplos”, destaca a Presidente da Sociedade Brasileira de Correções Odonto-Maxilares – SOBRACOM, Rita Schmitt Caccia.

No Brasil, além de cursos de pós-graduação na área de Disfunção Teporomandibular – DTM – e de Dor Orofacial – DOF -, há grupos de profissionais envolvidos em estudo e pesquisa de abordagens menos evasivas nos tratamentos, visando benefícios e soluções para os pacientes, com o objetivo de devolver a qualidade de vida para estes pacientes.

A Sobracom, instituição reconhecida pelo Conselho Federal de Odontologia com Portaria CFO-01 de 24/03/1986 e que mantém parcerias com UNICSUL – SP e CEPRENO – SP...

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