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Clínica Odontológica Araguaína, Tocantins

Encontre clínica odontológica em Araguaína. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Angelo Costa Dolavale
(21) 2756-4680
Rua Antônio Teles Menezes 41
Araguaína, Tocantins
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Marco A A Carvalho
(21) 2569-4880
Rua Soriano Sousa 115 s 207
Araguaína, Tocantins
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
César e Vítor
(31) 3435-1252
Rua Furkim Werneck 806 s 103
Araguaína, Tocantins
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Alberto Gouvea
(21) 2423-3714
Av Nelson Cardoso 1081 s 203
Araguaína, Tocantins
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Rosana L Evangelista
(27) 3371-1296
Av Rufino Carvalho 1124 s 202
Araguaína, Tocantins
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Maria G B Oliveira
(71) 3231-5356
Est Coqueiro Grande 88 E
Araguaína, Tocantins
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Eduardo V Frota
(88) 3613-1833
Av D José Tupinambá Frota 928
Araguaína, Tocantins
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Marcos P Coelho
(31) 3881-8293
Av Dr Otávio Soares 41 s 216
Araguaína, Tocantins
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Paulo S D Machado
(21) 3369-7444
Av Min Edgard Romero 244 SL 913
Araguaína, Tocantins
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Sadi Bonatto
(41) 3336-1458
Al Júlia Costa 1471 ap 12
Araguaína, Tocantins
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica Odontológica

Fornecido por: 

A Dor Orofacial Crônica é um dos temas mais debatidos pela ciência na atualidade. A Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que a incidência de dor crônica no mundo afete cerca de 30% da população, a maioria mulheres. No Brasil, estima-se que 50 milhões de pessoas sintam este tipo de dor. Em algum momento na vida, 15 a 25% das pessoas sofrerão de dor crônica e, em indivíduos acima de 65 anos, este percentual aumenta para 50%. Segundo a Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor, o sexo feminino sente mais dor e tem maior risco de experimentar inúmeras condições dolorosas. Assim, são mais comuns em mulheres dores no pescoço e ombros, no abdômen, cefaléias tipo tensão, enxaqueca após a puberdade, distúrbios da Articulação Temporomandibular (ATM) entre outras.

Uma das grandes novidades de estudos atuais é a sinalização, pela primeira vez, que a testosterona protege o sexo masculino em relação à manifestação da dor da ATM. Visto que já se tinha o conhecimento de que no sexo masculino o risco de manifestação desse tipo de dor é menor. O trabalho foi publicado na revista internacional The Journal of Pain. Onde também é observada uma diferença nos mecanismos biológicos da dor da ATM com relação às outras partes do corpo. Isso tem uma influência direta no tipo de medicamento usado para o controle da dor na ATM e no controle de outras dores do corpo.

“Num espectro mais amplo a dor afeta aspectos importantes do cotidiano dos que dela sofrem. Limitações de atividades, problemas do sono e dificuldades de relacionamento social e familiar são bons exemplos”, destaca a Presidente da Sociedade Brasileira de Correções Odonto-Maxilares – SOBRACOM, Rita Schmitt Caccia.

No Brasil, além de cursos de pós-graduação na área de Disfunção Teporomandibular – DTM – e de Dor Orofacial – DOF -, há grupos de profissionais envolvidos em estudo e pesquisa de abordagens menos evasivas nos tratamentos, visando benefícios e soluções para os pacientes, com o objetivo de devolver a qualidade de vida para estes pacientes.

A Sobracom, instituição reconhecida pelo Conselho Federal de Odontologia com Portaria CFO-01 de 24/03/1986 e que mantém parcerias com UNICSUL – SP e CEPRENO – SP...

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