Centro de tratamento psicológico Florianópolis, Santa Catarina
Encontre centro de tratamento psicológico em Florianópolis. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.
Instituto Evoluzione Centro de Saude S/s
(48) 3028-1980
(48) 3028-1980
r Ângelo La Porta, 170, Centro
Florianópolis, Santa Catarina
Florianópolis, Santa Catarina
Instituto Muller-Granzotto Psiologia Clínica
(48) 3334-8372
(48) 3334-8372
r Irmão Joaquim, 169, Centro
Florianópolis, Santa Catarina
Florianópolis, Santa Catarina
Centro de Psicologia da Saude Ltda
(47) 3326-2551
(47) 3326-2551
r Luiz de Freitas Melro,Dr, 395, Sl 806, Centro
Blumenau, Santa Catarina
Blumenau, Santa Catarina
Christine Liz Moeller Gabel
(47) 3326-5184
(47) 3326-5184
r Armando Odebrecht, 70 s 606, Garcia
Blumenau, Santa Catarina
Blumenau, Santa Catarina
Núcleo Ampliar
48 4141 0504
48 4141 0504
Avenida Desembargador Vitor Lima, 260, Sala 101, Ed.Madison Center, Trindad
Florianópolis, Santa Catarina
Florianópolis, Santa Catarina
Clínica Espaço Psicologia e Fonoaudiologia Ltda
(48) 3224-2748
(48) 3224-2748
r Ferreira Lima, 52, Centro
Florianópolis, Santa Catarina
Florianópolis, Santa Catarina
Espaco Clinica de Atendimento Psicologico e Fonoaudiologico Ltda
(48) 3223-4519
(48) 3223-4519
r Ferreira Lima, 10, Centro
Florianópolis, Santa Catarina
Florianópolis, Santa Catarina
Psicóloga em BLUMENAU
47 9612-7162
47 9612-7162
Rua frei José 180
Blumenau, Santa Catarina
Blumenau, Santa Catarina
Aline Zanchi Mahieu - Psicóloga Clínica
47 41081146
47 41081146
Rua 3000 nº369 Apt 504
Balneário Camboriú, Santa Catarina
Balneário Camboriú, Santa Catarina
Maria Solene Reis Cardoso Brenneisen
(48) 30291091 ou 88052815
(48) 30291091 ou 88052815
Rua Blumenau 178, centro, - Edif. Medclinicas sl 06
Joinville, Santa Catarina
Joinville, Santa Catarina
Centro de tratamento psicológico
Adolescentes cujos pais apresentam uma história de depressão possuem um risco particularmente alto de tornarem-se deprimidos. Agora, um estudo clínico verificou que um programa grupal, com pressupostos cognitivo-comportamentais, que ensina habilidades de compreender e de resolver problemas a tais adolescentes de alto risco, pode contribuir para a melhora do quadro.
Mas, o estudo também verificou que a taxa de sucesso do programa de prevenção variou, dependendo significativamente do estado de saúde mental dos pais dos adolescentes no momento em que eles iniciaram a intervenção. O programa apresentou-se muito mais efetivo que os cuidado padrões, principalmente se os pais não estivessem deprimidos quando do início da intervenção.
O estudo foi publicado recentemente na revista científica American Medical Association.
“Esses resultados nos surpreenderam?” disse Judy Garber, professor de psicologia e desenvolvimento humano da Universidade de Vanderbilt. “Há evidência na literatura que as crianças não respondem bem ao tratamento se um dos pais estiver deprimido”.
John Weisz, professor de psicologia da Universidade de Harvard, que não participou do estudo, disse que os resultados poderão ajudar a identificar os melhores candidatos para um programa de prevenção.
Ele comentou que podem existir várias razões para que o tratamento seja menos efetivo quando um pai está deprimido. “Pode ser que o risco biológico para a depressão se apresente maior nesses adolescentes – que os adolescentes cujos pais estiveram um dia deprimido e não estão mais".
Outra possibilidade é que residindo em uma casa, com ao menos um dos pais deprimido, torna-se mais difícil o desenvolvimento saudável da criança. Ele acrescentou uma terceira possibilidade, na qual os adolescentes modelam (copiam) o comportamento de seus pais.
O estudo utilizou uma abordagem clínica de grupo controle, randomizada e administrada em quatro cidades: Nashville, Boston, Pittsburgh e Portland, no estado do Oregon, Estados Unidos. Incluiu 316 adolescentes entre as idades de 13 a 17 anos. Todos possuíam pais que estiveram ou estavam deprimidos ao longo da vida do jovem.
Os adolescentes foram selecionados aleatoriamente para o programa de prevenção, que consistiu em oito sessões de grupo, num total de 90 minutos semanais, seguidos de seis sessões mensais. O grupo controle submeteu-se aos cuidados habituais, de modo distinto a metodologia cognitivo-comportamental em avaliação nesse estudo.
Enquanto quase u...
Mas, o estudo também verificou que a taxa de sucesso do programa de prevenção variou, dependendo significativamente do estado de saúde mental dos pais dos adolescentes no momento em que eles iniciaram a intervenção. O programa apresentou-se muito mais efetivo que os cuidado padrões, principalmente se os pais não estivessem deprimidos quando do início da intervenção.
O estudo foi publicado recentemente na revista científica American Medical Association.
“Esses resultados nos surpreenderam?” disse Judy Garber, professor de psicologia e desenvolvimento humano da Universidade de Vanderbilt. “Há evidência na literatura que as crianças não respondem bem ao tratamento se um dos pais estiver deprimido”.
John Weisz, professor de psicologia da Universidade de Harvard, que não participou do estudo, disse que os resultados poderão ajudar a identificar os melhores candidatos para um programa de prevenção.
Ele comentou que podem existir várias razões para que o tratamento seja menos efetivo quando um pai está deprimido. “Pode ser que o risco biológico para a depressão se apresente maior nesses adolescentes – que os adolescentes cujos pais estiveram um dia deprimido e não estão mais".
Outra possibilidade é que residindo em uma casa, com ao menos um dos pais deprimido, torna-se mais difícil o desenvolvimento saudável da criança. Ele acrescentou uma terceira possibilidade, na qual os adolescentes modelam (copiam) o comportamento de seus pais.
O estudo utilizou uma abordagem clínica de grupo controle, randomizada e administrada em quatro cidades: Nashville, Boston, Pittsburgh e Portland, no estado do Oregon, Estados Unidos. Incluiu 316 adolescentes entre as idades de 13 a 17 anos. Todos possuíam pais que estiveram ou estavam deprimidos ao longo da vida do jovem.
Os adolescentes foram selecionados aleatoriamente para o programa de prevenção, que consistiu em oito sessões de grupo, num total de 90 minutos semanais, seguidos de seis sessões mensais. O grupo controle submeteu-se aos cuidados habituais, de modo distinto a metodologia cognitivo-comportamental em avaliação nesse estudo.
Enquanto quase u...

