Centro de tratamento psicológico Campo Largo, Paraná
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Cepef Centro de Psicoterapia Familiar S/c Ltda
(41) 3222-0755
(41) 3222-0755
r Araújo,Comend, 510, Cj 404, Centro
Curitiba, Paraná
Curitiba, Paraná
Clínica de Psicologia e Psicopedagogia Integrare
(45) 3225-8630
(45) 3225-8630
r Vicente Machado, 1350, Região do Lago 1
Cascavel, Paraná
Cascavel, Paraná
Clínica de Psicologia Sirlene Castilho
(41) 3283-2708
(41) 3283-2708
r Alcídio Viana, 837, S Pedro
São José dos Pinhais, Paraná
São José dos Pinhais, Paraná
CLÍNICA PRÓ FAMÍLIA COLOMBO
(41) 3037-5008 OU 3037-5009
(41) 3037-5008 OU 3037-5009
RUA ODONIS BIGHI, 53 - JARDIM DAS FLORES
COLOMBO, Paraná
COLOMBO, Paraná
Amanapaz Psicologia Integrada S/s Ltda
(41) 3018-2877
(41) 3018-2877
r Atílio Bório, 456, Cristo Rei
Curitiba, Paraná
Curitiba, Paraná
Dra Melina O. Pietracatella
(45) 9917-7318
(45) 9917-7318
Rua Duque de Caxias, 229
Cascavel, Paraná
Cascavel, Paraná
Clínica de Psicologia e Neuropsicologia Mônica Catucci Borghesi
43 30242739
43 30242739
Av. Bandeirantes 865 sl.102
Londrina, Paraná
Londrina, Paraná
Clínica de psicologia
(44) 9972 3958
(44) 9972 3958
Avenida São Paulo, Edifício Trade Center Aspen Park
Maringá, Paraná
Maringá, Paraná
Clínica de Psicologia Dra Ednara Neves Flores
(45) 3223-4065
(45) 3223-4065
r Maranhão, 790, Centro
Cascavel, Paraná
Cascavel, Paraná
Centro de tratamento psicológico
Adolescentes cujos pais apresentam uma história de depressão possuem um risco particularmente alto de tornarem-se deprimidos. Agora, um estudo clínico verificou que um programa grupal, com pressupostos cognitivo-comportamentais, que ensina habilidades de compreender e de resolver problemas a tais adolescentes de alto risco, pode contribuir para a melhora do quadro.
Mas, o estudo também verificou que a taxa de sucesso do programa de prevenção variou, dependendo significativamente do estado de saúde mental dos pais dos adolescentes no momento em que eles iniciaram a intervenção. O programa apresentou-se muito mais efetivo que os cuidado padrões, principalmente se os pais não estivessem deprimidos quando do início da intervenção.
O estudo foi publicado recentemente na revista científica American Medical Association.
“Esses resultados nos surpreenderam?” disse Judy Garber, professor de psicologia e desenvolvimento humano da Universidade de Vanderbilt. “Há evidência na literatura que as crianças não respondem bem ao tratamento se um dos pais estiver deprimido”.
John Weisz, professor de psicologia da Universidade de Harvard, que não participou do estudo, disse que os resultados poderão ajudar a identificar os melhores candidatos para um programa de prevenção.
Ele comentou que podem existir várias razões para que o tratamento seja menos efetivo quando um pai está deprimido. “Pode ser que o risco biológico para a depressão se apresente maior nesses adolescentes – que os adolescentes cujos pais estiveram um dia deprimido e não estão mais".
Outra possibilidade é que residindo em uma casa, com ao menos um dos pais deprimido, torna-se mais difícil o desenvolvimento saudável da criança. Ele acrescentou uma terceira possibilidade, na qual os adolescentes modelam (copiam) o comportamento de seus pais.
O estudo utilizou uma abordagem clínica de grupo controle, randomizada e administrada em quatro cidades: Nashville, Boston, Pittsburgh e Portland, no estado do Oregon, Estados Unidos. Incluiu 316 adolescentes entre as idades de 13 a 17 anos. Todos possuíam pais que estiveram ou estavam deprimidos ao longo da vida do jovem.
Os adolescentes foram selecionados aleatoriamente para o programa de prevenção, que consistiu em oito sessões de grupo, num total de 90 minutos semanais, seguidos de seis sessões mensais. O grupo controle submeteu-se aos cuidados habituais, de modo distinto a metodologia cognitivo-comportamental em avaliação nesse estudo.
Enquanto quase u...
Mas, o estudo também verificou que a taxa de sucesso do programa de prevenção variou, dependendo significativamente do estado de saúde mental dos pais dos adolescentes no momento em que eles iniciaram a intervenção. O programa apresentou-se muito mais efetivo que os cuidado padrões, principalmente se os pais não estivessem deprimidos quando do início da intervenção.
O estudo foi publicado recentemente na revista científica American Medical Association.
“Esses resultados nos surpreenderam?” disse Judy Garber, professor de psicologia e desenvolvimento humano da Universidade de Vanderbilt. “Há evidência na literatura que as crianças não respondem bem ao tratamento se um dos pais estiver deprimido”.
John Weisz, professor de psicologia da Universidade de Harvard, que não participou do estudo, disse que os resultados poderão ajudar a identificar os melhores candidatos para um programa de prevenção.
Ele comentou que podem existir várias razões para que o tratamento seja menos efetivo quando um pai está deprimido. “Pode ser que o risco biológico para a depressão se apresente maior nesses adolescentes – que os adolescentes cujos pais estiveram um dia deprimido e não estão mais".
Outra possibilidade é que residindo em uma casa, com ao menos um dos pais deprimido, torna-se mais difícil o desenvolvimento saudável da criança. Ele acrescentou uma terceira possibilidade, na qual os adolescentes modelam (copiam) o comportamento de seus pais.
O estudo utilizou uma abordagem clínica de grupo controle, randomizada e administrada em quatro cidades: Nashville, Boston, Pittsburgh e Portland, no estado do Oregon, Estados Unidos. Incluiu 316 adolescentes entre as idades de 13 a 17 anos. Todos possuíam pais que estiveram ou estavam deprimidos ao longo da vida do jovem.
Os adolescentes foram selecionados aleatoriamente para o programa de prevenção, que consistiu em oito sessões de grupo, num total de 90 minutos semanais, seguidos de seis sessões mensais. O grupo controle submeteu-se aos cuidados habituais, de modo distinto a metodologia cognitivo-comportamental em avaliação nesse estudo.
Enquanto quase u...

