.
 

Avaliando a automedicação com colírios Mossoró, Rio Grande do Norte

Conheça os problemas desenvolvidos com a automedicação de colírios. O oftalmologista Leôncio Queiroz Neto alerta sobre o problema. Saiba também como aplicar as gotas sem causar a contaminação dos olhos.

Leonardo Davinci Lima Nogueira
(84) 3317-6212
R. Dionisio Filgueira 117 - (Cl Ginecologi
Mossoró, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Maria do Socorro Santos G Silva
Rua Potengi 467
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Rui Alberto de Faria
(84) 3220-6317
Rua Mipibu 511
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Leonardo Davinci Lima Nogueira
(84) 3317-6212
R. Dionisio Filgueira 117 - (Cl Ginecologi
Mossoró, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Maria Elza de a B de Melo
(84) 3202-1005
Rua Joaquim Manoel 717
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Reginaldo Jose da Silva
(84) 3220-6317
Rua Mipibu 511
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Maria de Fatima Cesar Xavier
(84) 3614-3656
Rua Moita Bonita 2024
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Ivoni Vieira de Franca
(84) 3214-3269
Av. Tomaz Landim 88
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Luiz Viana Gomes
(84) 3220-6317
Rua Mipibu 511
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Fernando Gabriel Fernandes de Negreiros Me
Avenida Rodrigues Alves 791
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Avaliando a automedicação com colírios

Fornecido por: 



11/01/2010

Automedicação com colírios cresce no verão

O uso incorreto de medicamentos responde por 30% das intoxicações que acontecem no Brasil

Pesquisa mostra que no verão quatro em cada 10 pessoas usam colírio sem receita médica. O mais usado é o vasoconstritor que predispõe à catarata precoce. O Brasil está entre os cinco maiores consumidores de medicamento do mundo. A OMS (Organização Mundial da Saúde) aponta a automedicação como uma grave questão de saúde pública no país pela falta de informação da população para usar o medicamento correto.

Segundo levantamento da ABIFARMA (Associação Brasileira de Indústrias Farmacêuticas) 80 milhões de brasileiros se automedicam. O uso incorreto de medicamentos responde por 30% das intoxicações que acontecem no Brasil, mascara doenças e possibilita o sério comprometimento da saúde.

De acordo com o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, no verão 4 em cada 10 pacientes que sentem desconforto visual já chegam à consulta médica usando colírio por conta própria, contra uma incidência de 30% no restante do ano. Os dados constam em um estudo inédito feito pelo especialista com 369 pacientes de novembro de 2006 a meados de janeiro de 2007. O brasileiro comenta, não vê colírio como remédio porque qualquer que seja a fórmula, provoca uma sensação de alívio imediato, por aumentar a lubrificação da superfície ocular. Porém, adverte, usar colírio inadequado pode prejudicar a visão.

Dos 369 pacientes examinados, 147 (40%) usaram colírio sem prescrição médica e o vasoconstritor respondeu por 56% da automedicação. De acordo com Queiroz Neto, usar este tipo de colírio por tempo prolongado predispõe à catarata precoce, além de poder mascarar doenças, levando a complicações visuais.

Outro erro cometido por 7 em cada 10 pacientes, destaca, é o compartilhamento do mesmo frasco de medicamento entre várias pessoas da família. Colírio não deve ser compartilhado, adverte, porque possibilita a contaminação cruzada.

Crianças e adolescentes com idade entre 9 e 17 anos responderam por 60% dos casos de automedicação do estudo, totalizando 88 pacientes. Desses, 25% estavam com conjuntivite, 30% tinham alergia ocular e 45% irritação nos olhos pelo contato com a água das piscinas ou mar sem proteção. Entre os 59 adultos, 12% apresentaram olho seco, 25% estavam com conjuntivite. Os demais tinham ceratite (inflamaç&at...

Clique aqui para ler este artigo na SIS.Saúde

.

SIS.SAÚDE - Sistema de Informação em Saúde - Brasil - Rua Cel. Corte Real, 75 - Bairro Petrópolis - 90630-080 Porto Alegre-RS
O SIS.Saúde tem o propósito de prestar informações em saúde, não é um hospital ou clínica.
Não atendemos pacientes e não fornecemos tratamentos.
Administração do site e-mail: contato@sissaude.com.br. (51) 8575.3535