.
 

Avaliando a automedicação com colírios Delmiro Gouveia AL

Conheça os problemas desenvolvidos com a automedicação de colírios. O oftalmologista Leôncio Queiroz Neto alerta sobre o problema. Saiba também como aplicar as gotas sem causar a contaminação dos olhos.

Vivianne Rocha de Santa Rosa
(82) 3355-8012
R Artur Bulhoes 93
Maceio, Alagoas
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
João Manoel Veras Vieira
(82) 3377-1911
Av. João Davino 799
Maceio, Alagoas
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Roseana Porto Farias
(82) 3221-1447
Praça Afrênio Jorge 54 - ( Praça da Faculdade)
Maceio, Alagoas
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Marshal Italo Barros Fontes
Rua Prof. Silveira Camerino 1065
Maceio, Alagoas
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Lucia Coelho Xavier
822-1217
Av Comendador Gustavo Paiva 2990 - Centro Medico Iguatemi
Maceio, Alagoas
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Marlon Roberio Goncalves Fernandes
(08) 2521-2566
Rua Sao Francisco 470
Arapiraca, Alagoas
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Martins Pinto
(08) 2221-9311
Rua Buarque de Macedo 576
Maceio, Alagoas
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Otavio Cristiano Leite Cavalcante
(82) 3337-3191
Rua José Freire Moura 235 - 104
Maceio, Alagoas
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Adeisa Maria Toledo Lyra
(82) 3305-5025
Av Governador Osman Loureiro 49 - Sala 309Centro Empres. Bussiness Tower
Maceio, Alagoas
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Thais de Paiva Torres Cardoso
(82) 3336-5957
R Goncalves Dias 207
Maceio, Alagoas
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Avaliando a automedicação com colírios

Fornecido por: 



11/01/2010

Automedicação com colírios cresce no verão

O uso incorreto de medicamentos responde por 30% das intoxicações que acontecem no Brasil

Pesquisa mostra que no verão quatro em cada 10 pessoas usam colírio sem receita médica. O mais usado é o vasoconstritor que predispõe à catarata precoce. O Brasil está entre os cinco maiores consumidores de medicamento do mundo. A OMS (Organização Mundial da Saúde) aponta a automedicação como uma grave questão de saúde pública no país pela falta de informação da população para usar o medicamento correto.

Segundo levantamento da ABIFARMA (Associação Brasileira de Indústrias Farmacêuticas) 80 milhões de brasileiros se automedicam. O uso incorreto de medicamentos responde por 30% das intoxicações que acontecem no Brasil, mascara doenças e possibilita o sério comprometimento da saúde.

De acordo com o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, no verão 4 em cada 10 pacientes que sentem desconforto visual já chegam à consulta médica usando colírio por conta própria, contra uma incidência de 30% no restante do ano. Os dados constam em um estudo inédito feito pelo especialista com 369 pacientes de novembro de 2006 a meados de janeiro de 2007. O brasileiro comenta, não vê colírio como remédio porque qualquer que seja a fórmula, provoca uma sensação de alívio imediato, por aumentar a lubrificação da superfície ocular. Porém, adverte, usar colírio inadequado pode prejudicar a visão.

Dos 369 pacientes examinados, 147 (40%) usaram colírio sem prescrição médica e o vasoconstritor respondeu por 56% da automedicação. De acordo com Queiroz Neto, usar este tipo de colírio por tempo prolongado predispõe à catarata precoce, além de poder mascarar doenças, levando a complicações visuais.

Outro erro cometido por 7 em cada 10 pacientes, destaca, é o compartilhamento do mesmo frasco de medicamento entre várias pessoas da família. Colírio não deve ser compartilhado, adverte, porque possibilita a contaminação cruzada.

Crianças e adolescentes com idade entre 9 e 17 anos responderam por 60% dos casos de automedicação do estudo, totalizando 88 pacientes. Desses, 25% estavam com conjuntivite, 30% tinham alergia ocular e 45% irritação nos olhos pelo contato com a água das piscinas ou mar sem proteção. Entre os 59 adultos, 12% apresentaram olho seco, 25% estavam com conjuntivite. Os demais tinham ceratite (inflamaç&at...

Clique aqui para ler este artigo na SIS.Saúde

.

SIS.SAÚDE - Sistema de Informação em Saúde - Brasil - Rua Cel. Corte Real, 75 - Bairro Petrópolis - 90630-080 Porto Alegre-RS
O SIS.Saúde tem o propósito de prestar informações em saúde, não é um hospital ou clínica.
Não atendemos pacientes e não fornecemos tratamentos.
Administração do site e-mail: contato@sissaude.com.br. (51) 8575.3535