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Analisando as preferências pela cirurgia cesariana Luís Correia PI

Analise a preferência da cesariana em detrimento ao parto natural. Conheça os fatores que influenciam na decisão de médicos e gestantes. Isabella Germano argumenta sobre o excesso dessa prática cirúrgica.

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Analisando as preferências pela cirurgia cesariana

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27/10/2009

Por que médicos e pacientes optam pela cesariana?

As taxas de cesariana vêm aumentando em todo o mundo, mas, no Brasil, alcançam níveis impensáveis para os países desenvolvidos

Cesarianas abusivas

A cesariana é uma técnica cirúrgica que consiste na extração do feto através de uma incisão nas paredes abdominal e uterina. Geralmente, é empregada em situações em que o bebê e/ou a mãe estejam em risco ou quando o trabalho de parto é contraindicado.

Porém, essa técnica passou a ser utilizada de maneira abusiva nas maternidades brasileiras, ocasionando aumento nos índices de morbi-mortalidade materna e perinatal.

Em função disto, o obstetra Marcos Augusto Dias, doutor em Saúde da Criança e da Mulher pelo Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), buscou explicar, na pesquisa Cesariana: epidemia desnecessária?, quais os mecanismos que levam o obstetra a decidir pela indicação da cesariana.

Morte materna e complicações

Segundo Dias, apesar de antiga - relatos mostram que a primeira cesárea data de 1500 e foi feita por um açougueiro suíço em sua mulher -, a cesariana costumava ser um procedimento raro, comumente associado a altas taxas de mortalidade.

Entretanto, nos últimos anos, os índices de partos por cesárea no Brasil têm ultrapassado o limite recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), tornando-se foco de atenção devido ao aumento do número de mortes materna e fetal e às diversas complicações ocasionadas, que vão desde uma simples febre até uma enorme perda de sangue.

Atualmente, as taxas brasileiras de cesarianas são consideradas as maiores do mundo, e a cirurgia é vista de forma tão banalizada que chega a atingir 80% dos partos. No município do Rio de Janeiro, o número passou de 41,2%, em 1993, para 46,9% em 1996. "Nos dias de hoje, tanto o Brasil quanto o Rio de Janeiro apresentam taxas em torno de 50%", afirma o pesquisador.

A cesariana, além de gerar gastos financeiros desnecessários para as unidades de saúde, pode colocar em risco a saúde da mulher e do recém-nascido.

Conforto dos médicos

De acordo com Dias, as taxas de cesariana vêm aumentando em todo o mundo, mas, no Brasil, alcançam níveis impensáveis para os países desenvolvidos.

Ele explica que esse aumento está associado a diversos fatores, como o conforto do médico, que pode programar suas atividades sem comprometer sua renda e vida pessoal; deficiências na formação dos obstetras em relação à assistência ao parto normal; e a pouca valoriza...

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