.
 

Analisando a incidência de problemas respiratórios em viagens Florianópolis, Santa Catarina

Conheça os fatores que desencadeiam a piora de problemas respiratórios. Entenda a relação do agravamento da bronquite e da asma após viagens longas de avião. O especialista em medicina aeroespacial Amaury Monteiro alerta sobre os riscos de piora de passageiros que viajam durante crises respiratórias.

Concetta Esposito
3322-3030
Rua Nereu Ramos 69 - 503
Florianopolis, Santa Catarina
Marcia Margaret Menezes Pizzichini
322-4117
Rua Barao de Batovi 528
Florianopolis, Santa Catarina
Othmar Bauer
322-3746
Rua Barao de Batovi 528
Florianopolis, Santa Catarina
Pablo Moritz
3224-1173
Rua Barao do Batovi 528
Florianopolis, Santa Catarina
Leila John Marques Steidle
3224-1173
Rua Barao do Batovi 528
Florianopolis, Santa Catarina
Antonio Cesar Cavallazzi
3223-0006
Rua Alves de Brito 141 - 305
Florianopolis, Santa Catarina
Emilio Pizzichini
322-4117
Rua Barao de Batovi 528
Florianopolis, Santa Catarina
Cristiane Correia Lima
(48) 3224-3265
R. Pres. Nereu Ramos 69
Florianopolis, Santa Catarina
Marcia Besouchet Gostisa
3225-6485
Av Osmar Cunha 126 - 1014
Florianopolis, Santa Catarina
Jose Carlos de Lorensi Cancellier
3222-3947
Av Osmar Cunha 183 - 106
Florianopolis, Santa Catarina
Dados Divulgados por
 
Fornecido por: 

Analisando a incidência de problemas respiratórios em viagens



03/09/2009

Você sabia que o ambiente de um avião altera o funcionamento do sistema respiratório?

Médicos fazem recomendações sobre o tema, relevante a todos que utilizam transporte aéreo

O ambiente de uma aeronave altera o funcionamento do sistema respiratório. Eles explicaram o que muda no organismo em altitude elevada e fizeram recomendações para viagens longas.

“A regra básica é: se estiver doente, não viaje”, afirma Amaury Monteiro Simoni, especialista em medicina aeroespacial e ex-coordenador do serviço de emergência médica do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas/SP. “Não importa o que você está sentindo. Varia de pessoa para pessoa. Se você não estiver se sentindo bem, se estiver com dor, febre ou com grande cansaço, não deve embarcar”, recomenda Simoni.

Embora aeronaves sejam pressurizadas, a pressão dentro da cabine durante o voo é mais baixa do que a do nível do mar. Em média, equivale à de uma montanha de 1,5 mil a 2,5 mil metros. É suportável, mas faz o organismo passar por um pequeno estresse. “A verdade é que o ser humano não foi fabricado para voar”, explica Simoni.

A principal mudança envolve o sistema respiratório – o que pode ter agravado o quadro de Jacqueline Ruas. “O ar na cabine tem menos oxigênio. Para compensar, o pulmão começa a trabalhar mais. A frequência respiratória acelera”, afirma o médico. Esse aumento é mínimo e não causa nenhum problema em pessoas saudáveis. Mas pode ser perigoso em casos como o da adolescente, em que os pulmões já estavam debilitados.

Quem tem problemas respiratórios, como bronquite e asma, precisa procurar tratamento antes de viajar, segundo o pneumologista João Marcos Salge, do Hospital das Clínicas de São Paulo "O ideal é que a pessoa adie a viagem e só embarque depois de se tratar, para controlar os sintomas e evitar crises", recomenda.

O coração acompanha o aumento na frequência respiratória, acelerando os batimentos cardíacos. “O coração tenta levar mais oxigênio mais rápido para as células”, diz Simoni.

Além disso, o ar seco (a umidade dentro da cabine fica abaixo dos 20%) complica casos de alergias e rinites. E as mudanças de altitude fazem os gases dentro de nosso organismo se expandirem. Isso causa desconforto abdominal e aquela sensação de ouvidos “tapados”.

Quem tem dores de ouvido recorrentes precisa procurar um médico antes de viajar, para receber o remédio adequado. Em casos graves, a mudança de altitude em pessoas sens&iacut...

Clique aqui para ler este artigo na SIS.Saúde

.

SIS.SAÚDE - Sistema de Informação em Saúde - Brasil - Rua Cel. Corte Real, 75 - Bairro Petrópolis - 90630-080 Porto Alegre-RS
O SIS.Saúde tem o propósito de prestar informações em saúde, não é um hospital ou clínica.
Não atendemos pacientes e não fornecemos tratamentos.
Administração do site e-mail: contato@sissaude.com.br. (51) 8575.3535